Domingo, 25 de Abril de 2010
25 de Abril (II)

A visão da organização "Portugal pró Vida":


"Não diremos - ainda - que um em cada seis portugueses se encontra desempregado. Infelizmente, é bem pior do que isso!
Na verdade, um sexto [1] dos portugueses...
... são 1.775.462 vidas - é muita gente!
... criam muito Produto Interno Bruto - 21.993 milhões de  euros ao ano (superior até ao tristemente famoso défice público em 2009, cerca de 15 425 milhões de euros)
... correspondem a 3.306 efectivos das forças armadas, 717 praças, 1.657 sargentos, 918 oficiais superiores, 14 oficiais-generais
... correspondem a 44.359 alunos no ensino pré-escolar... e 2.947 vagas de professores
... correspondem a 83.098 alunos do 1º ciclo... e 5.871 vagas de professores
... correspondem a 173.011 alunos do 2º, 3º ciclo e nível secundário... e 20.501 vagas de professores
... correspondem a 62.819 alunos no ensino superior... e 5.897 vagas de professores
... representam muito consumo das famílias a animar a economia - 17.078 milhões de euros ao ano (mais de cinco vezes os 3.300 milhões da 1ª fase do novo aeroporto de Alcochete)
... representam muitas pensões de reforma - 570.657 beneficiários deixarão de ser apoiados (ao os apoios diminuirão 17%).
Na verdade, com quase 20.000 abortos/ano realizados pelo Estado num país onde já não chegam a nascer 100.000 bebés por ano...
lançamos fora um sexto do nosso futuro!
Pode não ser fácil perceber no imediato a extensão do drama humano, social e mesmo económico que estamos a preparar.
Como vai a segurança social aguentar se nada fizermos?
Como irá a economia recuperar com a sociedade a envelhecer, as escolas a esvaziar-se e o estado a viver acima das suas posses?
Que Portugal nos reservam as políticas suicidas de hoje, a um prazo de 10 a 15 anos?
Até quando vai o povo português tolerar isto?
Até quando vai a Igreja contemporizar com isto?
Quando vai a Universidade esclarecer a sociedade sobre isto?
Quando vai o Tribunal Constitucional ler no artº 24 da Constituição... o que lá está?
Que pensam os militares e forças de segurança de tudo isto?
Até quando aceitaremos que, em nome da Democracia de Abril, alguns drenem com proveito próprio as energias colectivas, tão necessárias à construção do nosso Futuro?
Num momento em que o Bloco de Esquerda fala de «estado de final de regime» e, à direita, Marques Mendes questiona publicamente se ainda vivemos em democracia...
também nós temos o «direito à indignação activa» perante a "situação" de um regime político que se mantém no poder à custa da manipulação da comunicação social (caso PT/TVI), à viciação das regras do jogo democrático (Legislativas2009), à delapidação do futuro do país por via do facilitismo demagógico (aborto, degradação do ensino, agenda gay).
Por isso aqui vimos lançar um apelo à sociedade portuguesa:
Precisamos de Cidadãos, de Instituições, de uma Constituição, de Políticos respeitadores da Vida, da Cultura Humanista, do projecto de Felicidade que cada português alimenta no seu coração...
... e que se vai esfumando diante do triste espectáculo da política nacional, do Governo, das empresas públicas, de uma sociedade como que manietada por uma máfia obscura [2].

Precisamos, sobretudo, que o Estado reconheça na letra e na prática alguns valores fundamentais, como a Vida e a Família, e tenha a visão e sabedoria necessárias para, no que ao Estado compete, promover um quadro favorável à felicidade e fecundidade das famílias portuguesas, condição básica para a renovação das gerações, e para a sustentabilidade do capital social secularmente acumulado por este "nobre povo".

Os dados estão lançados - a nossa mensagem já chega até si. As nossas convicções são fortes: inspiramo-nos na doutrina social da Igreja e defendemos a mais nobre das causas: a Causa da Vida.
Prescindimos de quaisquer financiamentos particulares:
mas não prescindimos do seu apoio cívico para, juntos, fazermos ouvir a voz dos que hoje ainda não têm voz própria.
Tome parte na Convenção Nacional, dia 8 de Maio em Fátima [4].

pela Vida
pelas Famílias
pelo Futuro

Portugal pró Vida"

 

notas:

[1] cf. estatísticas Pordata

[2] «vivemos sob o domínio da Máfia», manchete do “Primeiro de Janeiro” de 21.01.2008, sobre o «caso casa Pia» com desenvolvimento na pág.24

[3] Na nossa longa história militar, alguma vez um inimigo nos inflingiu 50.000 baixas? Mas é este o número aproximado de abortos praticados pelo estado português até hoje. E algum inimigo causou a Portugal prejuízos da ordem de um sexto do P.I.B., como os que temos sofrido por clínicas espanholas, responsáveis por cerca de metade abortos já realizados? Vamos ficar de braços cruzados? Até quando vamos tolerar esta carnificina?

[4] mais informações no blogue http://portugalprovida.blogspot.com



Publicado por rui.freitas às 01:49
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