Quarta-feira, 28 de Abril de 2010
Dia de crise... Dia de espanto!

Neste que, dizem, foi o pior dia para a Bolsa e economia portuguesas, com o "ataque dos mercados" especuladores, o pior dia na crise da dívida pública de Portugal, em que o "nosso rating" voltou a piorar, vi-me "obrigado" a ler mais jornais e a ouvir mais noticiários. E confesso: para mim, foi um dia de espanto, quando li e ouvi "tiradas" mais ou menos idênticas a esta, em muitos órgãos de Comunicação Social:

"Este é um momento decisivo. O país tem que responder a este ataque dos mercados. É tempo de o Governo e os partidos, em especial o PSD, se entenderem quanto a isto: há que executar as medidas necessárias. Não é tempo para querelas inúteis", afirmou ontem Teixeira dos Santos, ministro das Finanças, pouco depois do anúncio do corte abrupto do rating de Portugal pela Standard&Poor's."

Seria longo e fastidioso explicar, pormenorizadamente, o que penso de tudo isto. Sobretudo porque, não sendo um especialista em matéria de finanças e/ou economia, iria fatalmente alongar-me em meandros que fariam o leitor perder o fio à meada sobre aquilo que quero explicar.

Mas não resisto a destacar alguns "pormenores" que reputo de importantes!

Primeiro: a propósito da comparação entre a Grécia e Portugal, disse o ministro das Finanças há uma senama: "Teixeira dos Santos admitia o efeito de contágio da crise, mas esperava que fosse "temporário" e tivesse "um desfecho positivo".

Eis o primeiro espanto: Não foi esta, sempre, a posição do (des)governo socialista, desde 2005, desde Gueterres, desde, desde, desde...?

Agora, que o "barco está mesmo a afundar" é que os socialistas se lembram que "é tempo de o Governo e os partidos, em especial o PSD, se entenderem quanto a isto."? (in Jornal "I")

No entanto, o meu espanto atingiu o rubro, quando Pedro Passos Coelho toma a iniciativa de telefonar a Sócrates (único e grande culpado desta situação interna), propondo-lhe uma reunião de emergência para a manhã de hoje. É claro que o PM deve ter erguido as mãozinhas ao Céu, rezado a todos os santinhos a agradecer, e até alterou a sua agenda para receber o Presidente do Partido Social Democrata. Mais faltava que não, perante este maná que lhe caíu nas mãos!

Não me interpretem mal... já! Como Homem e Político responsável, Pedro Passos Coelho pensou no País. Tudo bem.

Mas, será que esqueceu os anos recentes de governação socialista? De persistente ataque socialista/sócretino (e assalariados) ao PSD?

Esqueceu que foi o próprio PSD - desde Marques Mendes e, mais recentemente, de Manuela Ferreira Leite - que andou a alertar o governo, a "pregar no deserto", a chamar a atenção de que a situação das finanças públicas era cada vez mais caótica e insuportável?

Que foi mesmo Passos Coelho quem, recentemente e bem, avançou com medidas alternativas e mais eficazes ao PEC (que parece ninguém saber bem o que é ou, pelo menos, como se define, pois já o li e ouvi designado como "Programa", "Pacto", "Plano"...)?

Tal como à mulher de César, "não basta ser séria... há que parecê-lo"!!!

E, desculpe-me, Caro Presidente e Companheiro... sendo-o, não o pareceu!

Da mesma forma que discordei de Alberto João Jardim (Presidente do Governo da Ilha onde nasci) que, a troco de 1.8 milhões de euros em ajudas à Madeira, "esqueceu" aquilo que antes considerou ofensas do PM à Região e se rebaixou demasiado, tenho para mim que, consigo, ocorreu o mesmo.

Por isso, espero que tome esta opinião livre do Militante n.º 16957 (... não estamos a dois meses de eleições no Partido) como um esboço de uma "Carta Aberta ao Presidente do PSD", a primeira de outras que já percebi ter de enviar-lhe.

Vou tentar ser breve, claro, preciso e conciso:

Quando alguém precisa de mim, telefona-me! Quando o PS precisa do PSD, telefona ao Presidente do PSD! Nunca o inverso, mesmo tendo em conta que, primeiro, o Companheiro pensou no País, como atrás escrevi!

Não esqueça, ainda, que lhe foi "colado o rótulo" de político liberal... no pior sentido da intenção, motivo para o redobrar de cuidados quando se deixa "colar" ao governo socialista.

Caro Presidente e Companheiro, aquilo que disse hoje à tarde, é curto, não chega para me sossegar a mim, a milhares de militantes e a milhões de portugueses: "É muito importante que em Portugal se perceba que as nossas diferenças - que existem, entre o PSD e o Governo - não nos impedirão de evitar uma crise financeira no país".

Isto, soou-me, soou-nos, a "Bloco Central", versão 2010. E não é isso (penso eu, humildemente) que querem e esperam os portugueses sem esperança do Partido Social Democrata. Não querem um partido para romper com tudo, mas também não desejam um PSD igual (afinal) ao PS.

Não dê razão aos que apregoam essa "igualdade", porque sabe bem que não é assim! Mas pareceu...

Caro Presidente e Companheiro,

Teixeira dos Santos, Sócrates - eles - precisam do PSD e o Partido não quer, não pode e não deve defraudar o País. Tudo bem!

Imponha, então, o Programa de Governo com que se apresentou às eleições Directas e ao XXXIII Congresso do PSD.

Concorda que é premente cortar na despesa pública (o PSD vem a dizê-lo ao tempo...)?

Sem querer entrar (hoje) no "lamaçal" que tem sido a governação sócretina e conhecidos escândalos, "oficiosamente desmentidos", não "provados na nossa (in)justiça", etc., etc., etc., permito-me, como Militante, mas sobretudo como Cidadão, arrogar-me ao direito de assinalar algumas das muitas áreas onde os cortes devem ser impiedosos:

Revogação imediata do projecto TGV;

Revogação imediata (por alguns anos) do projecto Aeroporto de Alcochete;

Implementação da proibição da renovação de frotas automóveis do Estado (Ministérios, Secretarias de Estado, Direcções-Gerais, Assembleia da República, Juízes, Militares, Autarcas, Gestores de Empresas Públicas, Municipais ou com participação maioritária do Estado, e tudo o mais que possa lembrar-se...), nos próximos cinco anos;

Obrigação dos gestores públicos acatarem (e não desobedecerem impunemente) a orientação de cortes nos escandalosos vencimentos e/ou prémios de "produtividade";

Esclarecimento total, rigoroso e transparente dos excessivos gastos dos Hospitais e outras empresas público-privadas (se for caso disso, devolvê-las ao domínio estatal), com punição dos responsáveis... se os houver (haverá?);

Alteração da forma de financiamento às Autarquias (como propôes há dias Luís Marques Mendes) e redução no número de Administradores de Empresas Municipais e/ou até no número das mesmas;

Controlo efectivo do RMI e Subsídio de Desemprego, mas NUNCA da forma como o sócretino governo pretende;

Não recuo na taxação sobre os escandalosos vencimentos (a esmagadora maioria, superior ao do próprio Presidente de República) e menor pressão sobre os vencimentos das classes baixa, média baixa e média (em vias de extinção);

Fim aos incompreensíveis benefícios de que goza o sector bancário, nomeadamente em sede de IRC e outros impostos devidos e não perdoados às classes atrás citadas;

Controlo rigoroso das suas actividades. Afinal, foi o sector bancário - mundial e nacional - que agravou ainda mais a crise em que nos meteu o PS.

Caro Presidente e Companheiro,

Limitei-me a referir algumas das muitas medidas que o Presidente do PSD deve impor ao (des)governo PS.

É ao PS/Sócrates - e só a ele(s) - que compete resolver a situação grave e caótica em que envolveu(ram) Portugal; não ao PSD e muito menos como "voluntário" para tal!

Guardo para depois, se se proporcionar, aquelas que o Presidente do PSD deve tomar, para clarificar de vez os "casos" que continuam a manchar a vida pública, a Política e os políticos. E, espero eu, a punir os responsáveis... doa a quem doer!

Só assim, sim, deixaremos de ser "iguais" ao PS, ganharemos a confiança dos portugueses, devolvendo-lhes a Esperança num Futuro Melhor!

Não permita mais sacrifícios sobre quem já foi demasiado sacrificado.

E, finalmente, não alinhe pelo diapasão daqueles que repetem, à exaustão, que "andamos a viver acima das nossas possibilidades".

Andamos? Quem?

Pense nisso, Caro Presidente e Companheiro!  

A sua hora chegou!



Publicado por rui.freitas às 22:36
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7 comentários:
De Daniel Conceição a 29 de Abril de 2010 às 05:17
Caro Rui,

Folgo em saber que está de novo de "pena em riste". O assunto sobre o que trata neste post é de facto grave e preocupa-nos a todos. Mas não é nada que não se previsse facilmente, sem ser preciso ter dotes proféticos
O descontrolo absoluto da despesa corrente, e a ausência de políticas e medidas de fundo, para corrigir o rumo;
A inépcia dos governantes em aderirem à realidade dos factos, e a vontade de acreditar na propaganda fantasiosa;
O prémio de irresponsáveis como o ex-presidente do Banco de Portugal, que tinham obrigação legal de impedir certos acontecimentos -como o que se passou no BPN - E que custou a todos nós quatro mil milhoes de Euros;
Os disparates como o Magalhães, que não serviram para nada, mas custaram perto de mil milhões de Euros;
Os abusos em termos de contratações de serviços externos de consultoria/assessoria (só em jurídica devem andar por mais uns mil milhões Euros/ano - e curiosamente vão sempre para os mesmos grandes escritórios de advogados -);
A recusa em deixar os preços das habitações serem corrigidas pelos mercado, em vez de serem artificialmente sustentadas por um fundo e por avaliações falaciosas;
As obras faraónicas e parcerias publico-privadas de sustentabilidade - no mínimo - duvidosa e reprodutividade certamente ruinosa; (Leia-se TGV)
Etc, etc et coetra, não faziam prever nada de bom. A receita é simples - mas ingrata - para corrigir as contas do país. A questão é que para tomar essas medidas é necessário ter políticos e não aprendizes de engenharia. Para os mercados acreditarem têm que existir medidas concretas e substantivas, não bastam planos ou projectos mal-amanhados a um domingo e enviados por fax.
Dito isto, suponho que se pode com alguma facilidade corrigir as contas, mas isto terá que ser feito sem aumento da carga fiscal, de outra forma iremos inevitavelmente condenarmo-nos à estagnação do crescimento económico. Ou seja, terá que ser feito pelo lado da despesa e dentro desta convirá poupar as despesas de investimento que sejam razoáveis e que venham a gerar dividendos.
E isto pode ser feito por pessoas sérias, idóneas e com conhecimento de causa. Políticos, portanto.
Um abraço,

Daniel Conceição


De rui.freitas a 30 de Abril de 2010 às 01:34
Assim é, amigo Daniel, os nossos governantes "governaram-se", desgovernaram Portugal e, agora, voltam a pedir-nos mais sacrifícios. E com tanta e tal "lata", que não abdicam de persistir nas megalómanas e faraónicas obras, como sejam o TGV, autoestradas que podiam ser adiadas uns tempos e novo aeroporto para substituir um que, contrariamente ao que afirma, não está esgotado. Entre outros exemplos que bem referes e outros que sabemos terem levado o País ao caos a que chegou.
O meu lamento, como percebeste, é que o nosso Partido dê cobertura e pactue com esta gentalha, com estes "boys" e "girls" que apenas e só pretendem acumular milhões, sem os merecerem ou sequer terem capacidade para tal.
Não podemos, não devemos aceitar que se passe uma esponja sobre a péssima prestação do sócretino PS e dos outros que o antecederam.
Por isso, o meu obrigado pelo teu comentário.


De Leite Pereira a 29 de Abril de 2010 às 09:01
Caro Rui

100% de acordo com o que escreveu. Caso o PSD não se imponha de imediato ficará pra sempre ligado a esta crise. A reunião entre lideres foi útil para o exterior mas nada adiantou em termos de medidas. Torna-se necessário que o PSD imponha o adiamento por uns anos do TGV, das autoestradas, das parcerias público privadas, da limitação de contatos de pessoal para as autarquias, da subida do IVA de 1%, etc. Se nada disto conseguir a dita reunião leva a concluir que Sócretes e Passos Coelho são iguais.
Um abraço


De rui.freitas a 30 de Abril de 2010 às 01:46
Amigo Leite Pereira,
O meu sincero receio é exactamente essa "colagem" aos inúmeros erros governativos do PS, o que nos colocaria ao mesmo nível perante os cidadãos do nosso País.
Que se queira passar uma imagem de "cerrar de fileiras" perante o Mundo, ainda aceito; que se concorde em penalizar quem já não tem mais "furos no cinto" para apertar (cidadãos e pequenas e médias empresas) é que não!
Há outras saídas, outros caminhos, para debelar a crise criada pelo PS e só pelo PS, alguns dos quais, aliás, preconizados pelo próprio Pedro Passos Coelho.
O que mudou, então?
Não há borracha que apague os erros e a má governação sócretina! e, se isso acontecer, então eu mesmo acreditarei que PS e PSD são exactamente iguais.
O que me recuso a aceitar...


De J:Meira a 29 de Abril de 2010 às 10:20
Caro amigo, mais claro do que isto é impossivel.Acompanho-o totalmente na sua exposição e dado que o PSD está no inicio da sua nova governação ficava-me por isto que pelos vistos não acrescenta nada de bom para o futuro.


De rui.freitas a 30 de Abril de 2010 às 01:53
Querido Amigo, obrigado, sempre, pela sua opinião, que tanto prezo.
Não quero crer que Passos Coelho "embarque" neste navio à beira do naufrágio, cuja culpa cabe exclusivamente a Sócrates e ao PS.
Foram demasiados milhões desperdiçados (embolsados por alguns), para que, agora, façamos de conta que nada disso aconteceu. Recuso-me a acreditar e/ou a pactuar com tal "leitura"!
Não é este o Futuro que quero para mim e para o meu País.


De Helder Sá a 1 de Maio de 2010 às 19:19
Caro Rui Freitas, comungo das suas preocupações e deste "dar a mão" de Passos Coelho a Sócrates. Apesar do discurso de Carcavelos, que aplaudi, e andando há uns anos nisto, sei que o mesmo foi para acalmar as bases e parafraseando o saudoso Pinheiro de Azevedo "O Povo é sereno". Tenho para mim que o líder do PSD é liberal, não é social democrata, tal como Sócrates e seus amigos não são socialistas, mas ultra-liberais. O nosso Presidente foi manifestar apoio ao 1.º Ministro e este, passadas algumas horas, reitera a construção do aeroporto e do TGV. O que deverá Passos Coelho fazer? Ele lá sabe, eu sei o que faria. O País está paralisado porque o Presidente Cavaco já tem a cabeça em Janeiro, quer ser reeleito, ainda que país se afunde mais. A questão já não é deixar Sócrates a queimar-se em lume brando, arriscamo-nos a que ele queime o que resta e seja o PSD a aplicar as medidas mais impopulares. Tenho para mim, é convicção minha, que os brandos costumes dos portugueses não serão eternos, que haverá convulsão social, revolta popular, desordem pública e no mínimo o direito à indignação tão ao gosto soarista (mas só se for o PSD a governar). As passagens aéreas de Inês de Medeiros, os premíos bilionários de Mexia, Zeinal Bava , Granadeiro e outros, estão a ser o oxigénio que faltava para alimentar a fogueira da revolta. Não vai haver mais Revolução com cravos, alguns políticos, especuladores, juízes, procuradores, serão passados pelas armas, sejam elas quais forem (pistolas, facas, forcas, violência física). O Povo é sereno? Um dia deixará de ser e quando o Poder cair na rua, por incúria, inépcia, corrupção, gatunagem, fartar vilanagem de quem nos desgoverna, só a utilização da força e uma nova política virada para o Homem, para o Povo, para os Marginalizados, para os que Sofrem, poderão conduzir Portugal para novos objectivos centralizados nos que trabalham, nos que mais precisam. Os srs. accionistas da EDP decidem dar milhões aos administradores, estes recusam-se a discutir um aumento salarial digno para os trabalhadores, que foram parte activa na criação da riqueza. Naquele "sketch" que a SIC passava há alguns anos o náufrago dizia "eu quero voltar prá ilha", eu não sei para onde posso ir. E indecisão por indecisão, ou pelo facto de não poder ir para a Grécia (grego já eu me vejo todos os dias e o governo é também socialista só no papel), como a Espanha também não está melhor do que nós (mas tem 44 milhões de habitantes e o governo também é socialista de letra), prefiro ficar por aqui e lutar contra Sócrates e quejandos, pronto para a frente de batalha quando a Revolução popular chegar. Os Mellos , os Champalimaud , Cupertino de Miranda, a Mundet e outros do 24 de Abril ainda faziam creches, escolas, habitação, hospitais, centros de saúde (casos da CUF e Mundet ) para os seus trabalhadores, eram mais socialistas que estes socialistas de trazer por casa, os novos capitalistas arrasaram tudo e não distribuem os lucros pelos trabalhadores. Honra seja feita ao Comendador Nabeiro , este SIM, um VERDADEIRO SOCIALISTA, pelo carinho que tem pelos seus trabalhadores e suas famílias. Este desabafo é a minha maneira de comemorar o 1.º de Maio.


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