Segunda-feira, 14 de Novembro de 2011
10 anos


Publicado por rui.freitas às 00:20
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15 comentários:
De Anónimo a 14 de Novembro de 2011 às 08:19
Ruizinho
Que pequena grande mulher ela foi.
Faz te falta a ti e ao nosso PSD de Oeiras.
Abração



De rui.freitas a 15 de Novembro de 2011 às 01:38
Amigo Anónimo (14 de Novembro de 2011 às 08:19), foi (e para mim será sempre) uma pequena Grande Mulher.
Obrigado!


De Diogo a 15 de Novembro de 2011 às 01:04
Sobre este post nada sei dizer.

Mas quero responder a Rui Freitas:

Rui.freitas: «Caro Diogo, (4 de Novembro de 2011 às 22:00), deixe os seus instintos homicidas para o seu blog e analise a situação como ela deve ser analisada. E, que eu saiba, só há uma: muitos desbarataram; alguém tem de pagar! Quem? Nós, os mesmos de sempre! Fado, fatalidade? Não; apenas o cumprimento de um documento assinado e assumido. Ou será que, para além de como Portugal e os portugueses já são "conhecidos lá fora", quer acrescentar o epíteto de mentirosos e caloteiros?»


Caro Rui, políticos corruptos do PS, PSD e CDS endividaram o país perante uma banca internacional com tanto de agiota como de criminosa.

Donde, não são os portugueses que são caloteiros. Caloteiros são os governantes deste país e os agiotas da banca que negociaram o roubo descarado da Nação. Eu, e muita gente bem informada, considera isto um golpe de Estado. E contra esta violência perpetrada por ladrões contra o povo português, considero absolutamente justificada a violência que cidadãos determinados possam levar a cabo contra esses gatunos. É um caso de legítima defesa.


No Jornal Expresso de 1/9/2007, o jornalista Fernando Madrinha explicou sucintamente de que forma a Banca, a mais poderosa, interligada e influente quadrilha do planeta, utiliza a política e os políticos, os Media e os jornalistas para saquear os Estados Nacionais:

[...] «Não obstante, os bancos continuarão a engordar escandalosamente porque, afinal, todo o país, pessoas e empresas, trabalham para eles. [...] os poderes do Estado cedem cada vez mais espaço a poderes ocultos ou, em qualquer caso, não sujeitos ao escrutínio eleitoral. E dizem-nos que o poder do dinheiro concentrado nas mãos de uns poucos é cada vez mais absoluto e opressor. A ponto de os próprios partidos políticos e os governos que deles emergem se tornarem suspeitos de agir, não em obediência ao interesse comum, mas a soldo de quem lhes paga as campanhas eleitorais.»


De rui.freitas a 15 de Novembro de 2011 às 01:36
Caro Diogo (15 de Novembro de 2011 às 01:04), onde é que me leu a discordar. Ou acha que sou parvo, ao ponto de desconhecer que a "bolha" foi criada para servir os banqueiros e especuladores, a quem apenas interessam os triliões e não as pessoas?
Eu apenas me referi a Portugal, e não quero que ele seja rotulado de "caloteiro". Bem chegaram as diatribes recentes de Sócrates & C.ª, de que vamos sabendo cada dia novos episódios!
Todos os integrantes de governos PSD são "santos"? Óbvio que não; mas como este socrático desgoverno, não houve igual!


De Diogo a 15 de Novembro de 2011 às 10:21
Rui Freitas: «Todos os integrantes de governos PSD são "santos"? Óbvio que não; mas como este socrático desgoverno, não houve igual!»

Tomando como certas as palavras de Fernando Madrinha: «…E dizem-nos que o poder do dinheiro concentrado nas mãos de uns poucos é cada vez mais absoluto e opressor. A ponto de os próprios partidos políticos e os governos que deles emergem se tornarem suspeitos de agir, não em obediência ao interesse comum, mas a soldo de quem lhes paga as campanhas eleitorais.»

Donde se conclui que o desgoverno é igual no PS e no PSD. Estão ambos a soldo dos bancos. Sócrates e Passos Coelho completam-se: a mando da Banca, o primeiro endividou deliberadamente o país em obras inúteis e pornograficamente dispendiosas e o segundo destrói o país para pagar as dívidas e os juros agiotas à Banca. A sequência foi planeada, deliberada e executada pela Banca.

A única diferença entre estes dois criminosos «funcionários bancários» - Sócrates e Passos Coelho - é que o primeiro tem uma indisfarçável cara de vigarista e o segundo tem cara de pessoa «honesta». Mas têm ambos o mesmo patrão.


De rui.freitas a 15 de Novembro de 2011 às 23:38
Caro Diogo (15 de Novembro de 2011 - 10:21), prevendo que esta "troca de galhardetes" venha a eeternizar-se - coisa que não pretendo, vou tentar fazer-me entender de uma vez por todas.
Partindo do princípio que já deve ter percebido que "não uso palas", pois admiti sem problema que anteriores governos PSD também tivessem cometido actos menos correctos e que não descansarei enquanto não vir responsabilizados os governantes da era Sócrates, passo a explicar apenas duas razões para o nosso desentendimento:
1.ª - O actual Governo PSD/CDS-PP já fez mais e melhor em cinco meses do que todo o mal feito pelos socráticos em seis anos;
2.ª - Recordo-lhe - caso tenha esquecido ou preferido omitir -, que, sendo a agiotagem uma "característica" dos novos banqueiros (diferente de quando os bancos portugueses pertenciam a uma pessoa ou família) e que os ditos "mercados" e especuladores são mais do que culpados de toda a lastimável situação a que "obrigaram" o Mundo e, naturalmente, a Europa, que por seu lado, não soube, não quis ou não conseguiu a suficiente coesão para os afrontar, resta-me dizer-lhe que, internamente, ou seja, no nosso País, aquilo a que se assiste é bem diferente; há um governo que "herdou" uma situação económico-financeira insustentável, com Portugal à beira da bancarrota, pelo que o muito que já foi feito ainda parece pouco. E é, mas nem por isso o Primeiro-Ministro e sua equipa deixaram cair os braços. Repare até, que este governo é acusado, por um lado, de defender a Banc a e, ao mesmo tempo, é acusado pela mesma Banca de não ser por ele defendida.
O governo PSD/CDS-PP não impõe aos Bancos que se financiem com a verba a isso destinada no acordo da "troika", daí que eles se queixem "de barriga cheia". Não são obrigados; podem financiar-se através de outras fontes, nomeadamente, os seus accionistas. Não o fazem porque não querem, mas também acham que o financiamento através do governo é uma "nacionalização". Que esquecidos andam os nossos banqueiros; 1974, 75 e 76 não foram assim há tantos anos... Aí, sim, houve nacionalização!


De Diogo a 16 de Novembro de 2011 às 12:20
Caro Rui Freitas,

Este governo (com o terreno preparado pelo anterior) está a enviar diariamente centenas ou milhares de pessoas para a miséria e a atulhar os cofres dos bancos.


«Repare até, que este governo é acusado, por um lado, de defender a Banca e, ao mesmo tempo, é acusado pela mesma Banca de não ser por ele defendida.»

Esta «guerra» entre o governo PSD-CDS e a banca é apenas para português ver. Serve para dar alguma credibilidade ao governo perante os ingénuos. Mas os partidos políticos - PSD, PS e CDS – e respectivos governos são apenas instrumentos da Banca.


Para que este debate seja mais consistente, e perdoe-me algum paternalismo neste assunto, julgo que deveria informar-se melhor sobre o funcionamento do Sistema Bancário. Só assim estará em condições de aquilatar a verdadeira dimensão dos roubos perpetrados pelos bancos em todo este imbróglio (só possível com a conivência dos governos). Leia com atenção o artigo que está na base do ponto 2 e verá que não é nada de complicado:

1 – O Banco Central Europeu está proibido pelos próprios estatutos de emprestar dinheiro ao Estados, às Empresas e às Famílias. Donde, o BCE empresta aos bancos comerciais a cerca de 1% e estes emprestam aos Estados, às Empresas e às Famílias a 4%, 5%, 6%, etc.


http://citadino.blogspot.com/search?updated-max=2011-10-24T22:48:00%2B01:00&max-results=10

2 – Excerto retirado de um excelente livro - Política Monetária e Mercados Financeiros (http://citadino.blogspot.com/search?updated-max=2011-10-24T22:48:00%2B01:00&max-results=10) - que me foi aconselhado por um jornalista do Diário Económico:

a) Um banco concede crédito a uma família no valor de 100.000€ para a compra de uma casa, creditando a conta de depósitos à ordem dessa família no montante de 100.000€.

b) Para essa operação, um funcionário do banco altera os números que estão registados informaticamente na conta à ordem da família, somando 100.000€ ao valor que lá se encontrava anteriormente.

c) Esse dinheiro não existia antes em lado nenhum. O banco cria-o a partir do nada digitando essa quantia no teclado de um computador.

d) Como resultado desta «operação de crédito», passam a existir na economia mais 100.000€ de depósitos à ordem. Uma vez que os depósitos à ordem fazem parte da massa monetária, a operação de crédito fez aumentar o stock de moeda existente na economia.

e) Ao fim de 30 anos, a uma taxa de juro de 5%, a família pagou ao banco um total de cerca de 255.000€, dos quais 155.000€ são juros.

f) Resumindo, o banco inventou 100.000€ que emprestou com juros a uma família, e esta, ao fim de 30 anos, entrega os 100.000€ inventados pelo banco mais 155.000€ em juros, estes bem reais. A família foi espoliada pelo banco em 155.000€ de juros sobre um capital que o banco inventou e lhe «emprestou».


De Os 3 Mosqueteiros de Oeiras a 16 de Novembro de 2011 às 14:35
Que família lorpa essa, heim ó Diogo! Eles não sabiam ao que iam? Palonços!!!
Apesar disso, continuamos a achar que a família é a salvação da pátria e dos humanos e basta ver esta fotografia do Rui e família, onde o amor vence claramente, mesmo que tivessem sido enganados ou não pelos bancos dos bancos.


De Diogo a 16 de Novembro de 2011 às 15:33
Os 3 Mosqueteiros de Oeiras,

Eles não sabiam ao que iam. Compraram a casa e pagaram os juros contratados. Mas foram vigarizados.

O que muito poucos sabem (a não ser que seja que tenham razoáveis conhecimentos de finanças), é que os bancos não emprestam dinheiro que possuam – os bancos criam esse “dinheiro” a partir do nada. E como os bancos funcionam em circuito fechado, esse “dinheiro” sai da contabilidade de um banco para entrar na contabilidade de outro banco.

Em suma, os que compraram a casa pagaram juros de um empréstimo fictício.

Mas para perceber melhor leia o artigo cujo link está no meu comentário anterior. O processo é descrito de uma forma extraordinariamente simples.


De rui.freitas a 18 de Novembro de 2011 às 23:13
Caros Os 3 Mosqueteiros de Oeiras (16 de Novembro de 2011 às 14:35), não vou aqui fazeer qualquer análise económico-financeira do País, da Europa ou do Mundo. Apenas dizer-vos que há quem tenha tido a felicidade de ter encontrado o Amor da sua vida; eu fui um desses felizardos.
Independentemente de ter voltado a casar.


De rui.freitas a 18 de Novembro de 2011 às 23:22
Caro ou Cara "Além Ana" (18 de Novembro de 2011 - 01:10), achei por bem remover o seu comentário, pois você apenas demonstrou - a quem ainda tivesse dúvidas - ao baixíssimo nível a que podem chegar alguns desprezíveis comentadores. Felizmente, o IP de onde este imundo ser comentou, está já devidamente salvaguardado e, se necessário, será utilizado.
Você (seja quem for), não merece sequer o ar que respira.
Simplesmente ignóbil, vergonhoso, eu sei lá...


De rui.freitas a 18 de Novembro de 2011 às 23:20
Caro Diogo (16 de Novembro de 2011 - 12:20), não tomo o seu comentário como paternalista mas, creio que, afinal, quem não soube expressar-se devidamente, fui eu.
De facto, não sou economista e pouco mais percebo de economia e finanças do que o comum dos mortais. Todavia, uma coisa é certa: eu leio e informo-me 8pelo menos, tento), razão pela qual a sua "explicação" de nada me serve, posto que aquilo que escreveu já eu sei há muitos anos... e não ocorre apenas em Portugal.
Como refere - e bem -, o grave problema foi, é e será sempre a chamada "economia virtual", que apenas serve aos grandes interesses bancários, seguradores, bolsistas, especuladores, enfim... a grande "bolha" que veio a rebentar com a economia mundial.
É fácil "fazer" dinheiro assim; nem é preciso emitir moeda; basta "criá-la" virtualmente e, depois, alguém há-de pagar àqueles que dele beneficiaram.
Nada de novo, portanto.


De Isabel Magalhães a 15 de Novembro de 2011 às 01:54
Amigo Rui;

Deixo um abraço e um beijinho com muita amizade.


De rui.freitas a 15 de Novembro de 2011 às 23:22
Obrigado, querida amiga Isabel. Retribuo o beijo com muita amizade.


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