Sexta-feira, 12 de Outubro de 2012
Nem com "memofante" lá vai...

Helena André. "Não me identifico com praticamente nada do que está no memorando"

Falta de memória...


Publicado por rui.freitas às 02:41
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12 comentários:
De Anónimo a 12 de Outubro de 2012 às 23:47
António D`Orey Capucho

O ESCÂNDALO DO IMI

Uma das medidas deste novo “pacote” de austeridade que mais me repugnou prende-se com a inqualificável abolição da cláusula de salvaguarda que limita o aumento do imposto ao máximo de €75.
Ora, as taxas máximas do IMI subiram uma décima para 0,5 (prédios avaliados) e 0,7 (não avaliados), o que representa, à partida, agravamentos de 25% e de 17%, respectivamente. Entretanto estão em avaliação até ao final do ano cerca de 5,3 milhões de fogos. Estas medidas provocarão aumentos brutais do imposto (três, quatro vezes ou mesmo mais sobre o valor pago no antecedente)!
Apesar de anunciado um regime especial de protecção às famílias de mais baixos recursos, a verdade é que a maioria dos proprietários vai ser confrontado com valores simplesmente insuportáveis e imorais.
Trata-se de uma receita municipal, mas creio este “brinde” às autarquias não passa de um presente envenenado. De facto, o Governo prepara-se para reduzir a seu favor pelo menos o valor correspondente ao aumento potencial do imposto em cada Município, retendo para o efeito outras prestações devidas pela administração central às Câmaras. E suspeito que o saldo não será neutro pois o Governo tenderá a subtrair o equivalente à subida potencial do IMI em cada Município e é evidente que o valor efectivamente cobrado será muito inferior face ao previsível aumento generalizado dos incumprimentos. As famílias preocupam-se prioritariamente, como se compreende, com as contas da alimentação, do ensino, da farmácia, da energia, da água, deixando para as calendas o IMI.
Perante esta situação escandalosa fica a exigência, se o Governo não recuar, de que a maioria na Assembleia da República reponha a cláusula de salvaguarda e alargue o regime especial de protecção às famílias de mais baixos recursos. Por seu lado, as Câmaras devem repudiar a taxa máximo e aplicar a taxa antes em vigor ou mesmo inferior a esta, se possível, em ordem a atenuar a monstruosidade da carga fiscal sobre os seus residentes. É o mínimo que se espera daqueles representantes dos cidadãos!
Via FB


De Anónimo a 12 de Outubro de 2012 às 23:54
José Povinho

Governo SS
Défice de 694,1 ME
A fórmula da troika não resulta e Vítor Gaspar (1 dos 3 Reis Magos - Os outros são o Freitas e o Coelho)não acertou uma até agora.
PSD e CDS acabou-se a desculpa do Sócrates!
Estamos a ser governados por uma cambada de incompetentes
A Segurança Social poderá registar um défice de 694,1 ME em 2012 e assim contribuir para um agravamento do défice pela primeira vez em pelo menos 11 anos, de acordo com as estimativas do Governo enviadas pelo INE para Bruxelas.


De Anónimo a 13 de Outubro de 2012 às 00:18
A iniciativa Barulho Global de sábado é "uma oportunidade para que todos os portugueses, independentemente do sítio ou da forma, agarrem em tachos, panelas e outros utensílios e expressem, de forma bem sonora, a sua indignação e revolta".

Este é o repto lançado por Inês Subtil, uma das organizadoras da 'cacerolada' de protesto que vai decorrer no sábado em Lisboa.

Além da capital, à hora marcada, 17h, o protesto sonoro também se fará ouvir, em simultâneo, em Braga, Porto, Viseu, Coimbra, Aveiro, Caldas da Rainha, Setúbal, Loulé, Faro ou Portimão, mas também um pouco por todo o mundo.

"Muito barulho" em qualquer sítio

A ideia é "simples" e qualquer pessoa pode participar, explica à Lusa a jovem de 28 anos. "Basta levar tachos, panelas e outros utensílios, e fazer barulho, muito barulho". Seja "na rua, em casa à janela ou noutro sítio qualquer", o mais importante, salienta, é que os portugueses, de norte a sul, participem e se façam ouvir alto e em bom som.

Inês Subtil destaca a dimensão internacional deste protesto, intitulado "Global Noise" (Barulho Global), realçando que os tachos e panelas vão sair à rua em mais de 200 cidades de 25 países - de Berlim a Montreal, de Lima a Tóquio, cidade onde na sexta-feira e no sábado vai decorrer uma reunião do Fundo Monetário Internacional (FMI).

"Estamos contra a austeridade"

De acordo com o site internacional da iniciativa , cabe aos movimentos nos vários países escolherem as razões pelas quais se vão manifestar. Em Portugal, precisa Inês, a mensagem é clara: "Estamos contra a austeridade, contra as medidas deste Governo, contra um memorando e uma dívida que não fazem sentido".

As propostas alternativas, garante, existem, mas "virão depois de se conseguir passar uma mensagem forte de que os portugueses não querem nem aguentam".

"O que se passa em Portugal não se limita simplesmente ao nosso paíszinho, temos consciência disso. E apesar de exigirmos a demissão do governo sabemos que as mudanças que são necessárias são muito mais estruturais e profundas", afirma.

'Cacerolada' em "articulação" com outras ações de luta

Inês Subtil lembra que a 'cacerolada' vai decorrer em "articulação" com outras ações de luta marcadas para sábado, designadamente a marcha contra o desemprego da CGTP, que encerra sábado, e o protesto cultural que vai juntar músicos e artistas em Lisboa.

O mais importante, realça Inês, é que nesta "altura de crise nacional" exista "convergência" nas ações de luta entre todos. Isto porque, frisa, "amigo não empata amigo" e porque, no fundo, "estamos todos para o mesmo".

É por isso necessário, defende, que as várias iniciativas de protesto que têm vindo a ganhar força em Portugal se "articulem da melhor forma" e que sejam o "mais aberto e transparentes possíveis" para que "todos os portugueses se sintam representados".

"É muito importante criar espaço para que as pessoas se possam manifestar e expressar de diversas formas, não só nos protestos mais típicos", afirma.

Inês Subtil lembra que a ideia dos tachos e das panelas surgiu, essencialmente, devido ao seu simbolismo. Já foram utilizadas nos protestos na Argentina, em 2001, quando o país entrou em bancarrota e em 2008 na Islândia, onde se tornaram símbolos dos protestos cívicos dirigidos contra banqueiros e políticos que "afundaram economicamente o país".

in EXPRESSO



De Anónimo a 13 de Outubro de 2012 às 00:55
Hoje o Jornal económico deu grandes contributos à interpretação da historia recente do nosso país:
1. Sócrates pela terceira vez consecutiva é votado com reconhecimento pelos leitores do jornal, como alguém que está entre os melhores dos melhores da causa pública;
2. O jornal não queria este resultado, e por isso o único ex-governante de que se lembrou foi de Sócrates. Para o Económico Sócrates é o único ex-governante do pós 25 de Abril! Extraordinária a importância que o jornal dá em exclusivo ao Zé :) ;
3. Cavaco Silva nunca foi ex-governante!!! Dizem as línguas maldosas que foi no seu mandato que houve aum aumento da dívida mesmo colossal... Foram só 10 anos como PM..., nem Durão Barroso que foi governante com Cavaco e fugidiamente também foi PM... entrou nos ex-governantes, mas isso não é nada.
4. O Económico, herdeiro da tradição de Staline, fez destes seus amigos figuras arrumadas como Trotsky...
5; O politburo da direita quer mesmo enxovalhar José Sócrates Pinto de Sousa, apagá-lo! SPor vezes passa-me pela cabeça que o querem mesmo matar! Exterminar!
6. Por mim faria mais umas 10 ou 20 votações online a ver se conseguem que o nosso Zé perca uma votação...
7. Faço uma sugestão para que consigam os vossos intentos:
procurem saber quem foi o mais medalhado maratonista dos últimos 30 anos. Coloquem Sócrates no grupo dos casados...e Carlos Lopes, Rosa Mota, Mamede, etc. Pode ser que perca a votação! Não prometo...
Se se enganarem na questão e perguntarem quem foi o PM que mais vezes correu por causas públicas... lá pode o homem ganhar novamente! Cuidado!
8. Obrigado ao politburo... Por favor mais umas nove votações é que era!!! Diz-se que à dúzia é mais barato (pelo menos era assim antes de Gaspar).
9. Se o fizerem, Sócrates entrará no guiness do PM mais escrutinado, vilipendiado e vencedor.
10. O Zé é tramado!
11. A história com muitas mentiras tem perna curta.
12. Parabéns Zé e obrigada.
Um beijo e um abraço da malta que gosta de ti meu patife!
Por: Margarida Moreira


De Ventos Semeados a 13 de Outubro de 2012 às 01:25
Troca-tintas é como Mota Amaral classifica a ação governativa: "Tenho que dar um desconto nas declarações que vêm do Governo e em especial do Ministério das Finanças, porque se tem verificado que um dia é uma coisa e no dia seguinte já é outra".
Já Ferreira da Silva aventa no «Diário Económico» que o problema maior é a falta de consistência que Passos Coelho e a sua equipa estão a ter no estudo e desenho das medidas que apresentam ao País.
No «DN» André Macedo classifica a governação como feita de improvisação, hesitação, asneira.
E, no «Negócios», Fernando Sobral vai na mesma linha: enquanto arrasa a economia do país o Governo finge que o está a reformar.
Mas a esquerda tem de assumir um discurso de rejeição a esse tipo de argumentos que, de alguma forma, têm o seu quê de desculpabilizante. Senão daqui a pouco temos um Passos Coelho armado em coitadinho, que gostaria muito de não subir impostos, nem aumentar o desemprego (já vai fazendo esse número perante os jornalistas!), mas não consegue fazer melhor.
Por isso mesmo existem comentadores desta área ideológica que ainda prosseguem num tipo de explicação incorreta. Por exemplo Viriato Soromenho Marques diz no «DN» que a gestão da crise está a ser feita sem saber nem prudência suficientes. Como um alquimista louco que misturasse aleatoriamente substâncias em busca de ouro. Só que o laboratório é o mundo real. E as cobaias somos nós.
Ora a realidade é que, como denuncia Luís Nazaré no «Negócios», o Governo é mera correia de transmissão de uma estratégia global: o que inconfessadamente se pretende é o desmantelamento do pilar social da União Europeia, a redução do Estado à dimensão mínima e o embaratecimento dos fatores de produção nos países meridionais. Chama-se a isto uma visão. Os mercados financeiros têm-na, a tríade assume-a, o Governo executa-a.
Mas, mesmo desse lado, Passos Coelho promete sofrer alguns dissabores, já que, segundo o «Público», uma das figuras de proa dessa estratégia sinistra, a srª Christine Lagarde, já dá sinais de preocupação com os efeitos recessivos dos corte e, pela primeira vez, admite que a Grécia vai precisar de mais dois anos para cumprir o acordo com a troika. Essa reviravolta decorre de um recente relatório da instituição que lidera, aonde se demonstra o carácter falacioso das supostas vantagens das políticas de austeridade, até mesmo para a saúde dos todo-poderosos mercados.
Mas os dissabores de Passos Coelho também se acentuam a nível interno com as revelações do «Público» sobre o conluio entre Relvas e Passos Coelho, quando aquele era secretário de Estado há oito anos: A Tecnoforma, empresa de que Passos Coelho foi consultor e depois gestor, conseguiu fazer aprovar na Comissão de Coordenação Regional do Centro (CCDRC), em 2004, um projeto financiado pelo programa Foral para formar centenas de funcionários municipais para funções em aeródromos daquela região que não existiam e nada previa que viessem a existir.
Falta agora encontrar uma estratégia alternativa e de esquerda a esta maioria parlamentar socialmente minoritária . Saúde-se por isso o travão colocado pelos deputados do PS à proposta demagógica de António José Seguro sobre o número de deputados: falar de pormenores, quando o país está numa verdadeira emergência é uma irresponsabilidade antidemocrática.
Porque até um homem de direita como o é João Salgueiro denuncia a falsidade do discurso da exequibilidade da suposta redução das gorduras do Estado: mas que despesas é que se pode cortar? Toda a gente fala em cortar despesas, mas no quê? É despedir funcionários públicos, coisa de que o Governo começa agora a falar. É racionar medicamentos, o que também não é grande solução. É fechar escolas, e já se fecharam centenas. Ou é reduzir as pensões.
A solução para a presente crise só será possível com o aumento substancial das receitas do Estado através de um maior volume de impostos, mas menos onerosos para a generalidade dos contribuintes, porque provenientes do trabalho de tantos desempregados definitivamente comprometidos na produção de bens transacionáveis e, tanto quanto possível, exportáveis. O que obrigará a uma outra postura dos bancos e uma estratégia de futuro de um governo orientado para a satisfação dos principais direitos dos cidadãos.

Publicada por Blogger em


De Amorim a 15 de Outubro de 2012 às 02:23
O PS renovou hoje a maioria absoluta nas eleições regionais açorianas, conseguindo 31 deputados, mais um do que há quatro anos, enquanto o PSD apesar de derrotado aumentou igualmente a sua votação em relação a 2008, com mais deputados.

Com todos os 57 mandatos atribuídos, o PSD conseguiu eleger 20 deputados, contra os 18 de 2008.

Já o CDS perdeu votos e passou de cinco para três deputados, o Bloco de Esquerda perdeu também um deputado, ficando com apenas um representante no parlamento regional, enquanto a CDU manteve o seu deputado único, tal como o PPM.

De acordo com os resultados finais das eleições regionais dos Açores, a abstenção ficou nos 52,1%, um pouco abaixo do valor recorde de 2008 (53,2 por cento).

Nas eleições de hoje, o PS conseguiu 48,98% dos votos (correspondentes a 52.793 votos), enquanto o PSD alcançou os 32,98% (35.550 votos). Segue-se o CDS-PP com 5,67% (6.106 votos), o BE com% (2.437 votos) e a coligação PCP-PEV com 1,89% (2.041 votos).

O PPM, apesar de apenas ter alcançado os 0,08% (86 votos), conseguiu manter o seu deputado pelo círculo do Corvo.

Sem representação parlamentar ficaram o MPT (0,77%, correspondentes a 833 votos), o PDA (0,49%, 530 votos), a plataforma de cidadania (0,99%, 1.064 votos), o PCTP/MRPP (0,32%, 347 votos), o PAN (0,63%, 678 votos) e o PTP (0,44%, 470 votos).



Ler mais: http://expresso.sapo.pt/ps-conquista-maioria-absoluta-nos-acores=f760110#ixzz29KJ5rSat


De rui.freitas a 15 de Outubro de 2012 às 02:33
Caro Amorim (15 de Outubro de 2012 - 02:23), resultados perfeitamente previsíveis, não surpreendentes, e que são um alerta para 2013; o PSD terá de saber "dar a volta" à "alergia" provocada pela conotação com o governo da República, se quiser (espero que queira...) manter ou aumentar o n.º de Autarquias a que preside. De outra forma, não sei...
No círculo do Corvo, esperava-se igualmente a manutenção do deputado do PPM, com o CDS a descer, fatalmente (as pré-alianças levam a isso) em todo o Arquipélago.
A bipolarização, quer se goste ou não, é uma tendência a acentuar-se... mesmo a nível nacional.


De Os 3 Mosqueteiros de Oeiras a 15 de Outubro de 2012 às 13:52
" Não nos identificamos com praticamente nada do que está nestes comentários...", parafraseando Helena André (quem será?), também nós o dizemos, os 3 Mosqueteiros de Oeiras!
Coitada da Helena, técnica honesta, enganada por aquela espécie "novos filósofos" que abunda pelas terras gaulesas espezinhadas por aquelas putéfias de mamas à mostra com a bandeira tricolor.
Como nós te entendemos ó Helena, também nós defensores do heroísmo e da honestidade na política.
Ninguém te ouve não é ? Pois é! A nós também não e ao nosso Rui também não. Olha querida, é o que aqui vês, as multidões são todas amnésicas, já não sabem do que gostam e se é de frente ou de trás.
Mas tem esperança no Portugal futuro pois também nós temos um "novo filósofo"...

Beijocas

Os 3...


De Leite Pereira a 15 de Outubro de 2012 às 17:27
Esta helena André por acaso até foi ministra do Zé, o pseudo engenheiro com licenciatura dominical e ninguém a ouviu enquanto tal a criticar o acordo com a troika. A isto chama-se ter coluna vertebral. Aliás o Seguro também ficou mudo, nunca ninguém o ouviu criticar o acordo no tempo do Zé.


De Os 3 Mosqueteiros de Oeiras a 17 de Outubro de 2012 às 13:24
Ai é? E nós que pensavamos que era mais uma daquelas da Loja do mestre André! Que confusão a nossa mas com tantas lojas importantes que há por aí, não é de admirar...


De Memofante! a 14 de Novembro de 2012 às 16:26
Nem com memofante nem com uma cadeira!


De Diogo a 12 de Dezembro de 2012 às 23:48
Em qualquer «Democracia» os dois partidos do «Arco da Governação», que se sucedem ininterruptamente no Poder, não passam de um único partido que obedece exclusivamente ao Grande Dinheiro.

A fraude dos dois partidos que não passam, afinal, de um só - The Establishment's Two-Party Scam


Chris Gupta: Esta fraude consiste na fundação e financiamento pela elite do poder de dois partidos políticos que surgem aos olhos do eleitorado como antagónicos, mas que, de facto, constituem um partido único. O objectivo é fornecer aos eleitores a ilusão de liberdade de escolha política e serenar possíveis sentimentos de revolta contra a elite dominante.

***********************************************

Dr. Stan Monteith: "De há muito, o principal problema da vida política americana tem sido tornar os dois partidos congressionais (o partido Republicano e o partido Democrata) mais nacionais. O argumento de que os dois partidos deviam representar políticas e ideias opostas, uma, talvez, de Direita e a outra de Esquerda, é uma ideia ridícula aceite apenas por teóricos e pensadores académicos. Pelo contrário, os dois partidos devem ser quase idênticos, de forma a convencer o povo americano de que nas eleições pode "correr com os canalhas", sem na realidade conduzir a qualquer mudança profunda ou abrangente na política."

***********************************************

É sobejamente reconhecido que as corporações internacionais contribuem com largas somas de dinheiro para ambos os partidos políticos, mas será possível que ambos os partidos sejam controlados essencialmente pelas mesmas pessoas? Teria George Wallace (por duas vezes candidato a Presidente dos Estados Unidos) razão quando afirmou:

"... não existe diferença nenhuma entre Republicanos e Democratas."

"... A verdade é que a população raramente é envolvida na selecção dos candidatos presidenciais; normalmente os candidatos são escolhidos por aqueles que secretamente mandam na nossa nação. Assim, de quatro em quatro anos o povo vai às urnas e vota num dos candidatos presidenciais seleccionados pelos nossos 'governantes não eleitos.' Este conceito é estranho àqueles que acreditam no sistema americano de dois-partidos, mas é exactamente assim que o nosso sistema político realmente funciona."

***********************************************

O Professor Arthur Selwyn Miller foi um académico da Fundação Rockefeller. No seu livro «The Secret Constitution and the Need for Constitutional Change» [A Constituição Secreta e a Necessidade de uma Mudança Constitucional], escreveu:

"... aqueles que de facto governam, recebem as suas indicações e ordens, não do eleitorado como um organismo, mas de um pequeno grupo de homens. Este grupo é chamado «Establishment». Este grupo existe, embora a sua existência seja firmemente negada; este é um dos segredos da ordem social americana. Um segundo segredo é o facto da existência do Establishment – a elite dominante – não dever ser motivo de debate. Um terceiro segredo está implícito no que já foi dito – que só existe um único partido político nos Estados Unidos, a que foi chamado o "Partido da Propriedade." Os Republicanos e os Democratas são de facto dois ramos do mesmo partido (secreto)."

O Professor Miller usou nesta frase a palavra "(secreto)" porque sabia que ao povo Americano nunca será permitido tomar conhecimento que na realidade só existe um partido político nos Estados Unidos.

***********************************************

Carroll Quigley

Nenhum debate do Governo Invisível Americano ficaria completo sem mencionar o Professor Carroll Quigley, o mentor de Bill Clinton quando este era um estudante na Universidade de Georgetown. O Presidente Clinton referiu-se bastantes vezes ao Professor Quigley nos seus discursos. O Professor Quigley deu aulas tanto na Universidade de Harvard como na de Princeton antes de se fixar na Universidade de Georgetown.

No seu livro «Tragedy and Hope: A History Of The World In Our Time» - [Tragédia e Esperança: uma história do Mundo dos nossos dias], Quigley revela que os Governantes não Eleitos da América têm por objectivo controlar-nos, utilizando "especialistas" para subverter o nosso processo eleitoral:

"... É cada vez mais claro que, no século XX, o especialista substituirá o magnata industrial no


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