Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2008
Com ou sem preservativo!?

Tive hoje (22-01-08) a oportunidade de assistir a dois distintos "espectáculos": primeiro, a audição Parlamentar (diria mesmo... para lamentar) do inspector-geral da ASAE na ARTv e, à noite, no "A Regra do Jogo" (SIC Notícias), o debate entre José Miguel Júdice e António Barreto.

Começo por estes, razão primeira para o título, eventualmente chocante, do post de hoje...

Se é verdade que, no dia a dia do comum dos cidadãos, é de todo aconselhável o uso do profiláctico - por razões cada vez mais conhecidas, já aos comentadores que "nos entram casa a dentro" - via televisão, rádios e jornais - é-lhes exigida (deveria ser...) opinião isenta, honesta, sincera. Caso contrário, fica-nos a sensação de que o destemido "artista" pode fazer o que lhe der na real gana, precavido que está com uma "protectora rede" que, em caso de queda, o manterá "sempre em pé"!
Foi esse o caso... Júdice, sempre bem protegido, escudando-se em cuidadosas e politicamente correctas apreciações; Barreto, sem medos, falando clara e abertamente, sem pruridos (até do Sr. Presidente da República), de forma a que todos o entendêssemos!

Por mim, ganhou o primeiro, porque me esclareceu e "falou a minha linguagem"...!

 

Vem isto a propósito e como introdução ao segundo "espectáculo":
A ASAE, mais uma vez! Ou, no caso concreto, ao audição Parlamentar do inspector-geral desta Polícia (atente-se no crachá, que o define...) - o austero e arrogante António Nunes, a pedido do CDS/PP.

Confesso que apenas ouvi o início da audição e tão só as sete (creio?) primeiras perguntas do deputado daquele partido, Mota Soares, resumidamente reproduzidas no Jornal da Noite da SIC, onde a deputada Rosário Águas (PSD) parece ter encontrado apenas um "pecado" ao dito senhor... o de ter fumado uma cigarrilha (e não um charuto, como referiu) na noite de fim de ano!

Só que, às tais sete perguntas, o sr. inspector-geral disse... quase nada! Respondeu apenas a duas, creio!
Às demais, justificou-se com a Lei e com a orgânica dos seus serviços... Que, como teve o cuidado de salientar, foram criados em 2005.

Ora, como não podia deixar de ser, associei a data à eleição de José Sócrates como Primeiro-Ministro! Vai daí...  comparei, também, estes dois personagens, equiparando-os no despotismo, na "infalibilidade", na explicação estudada e "indesmentível", na arrogância e na "pontaria certeira" contra os "culpados", que somos, afinal, todos nós!

Grosso-modo, disse o sr. inspector-geral o seguinte:

- A ASAE "nasceu" da fusão de cinco ou seis organismos distintos que antes existiam. O que só poderá ser "novidade" para o sr. inspector-geral...

- A ASAE "limita-se" a cumprir a Lei. Mal seria, se assim não fosse...

- A ASAE, não aplica coimas (isso, compete a outra entidade), apenas levanta autos de notícia. E daí?

- O inspector-geral da ASAE não tem de conhecer todas as acções (cerca de 67.000, creio que é esse o número exacto) levadas a cabo pelos agentes no terreno... Claro que até entendo que não, mas isso trouxe-me à memória declarações recentes do ministro da Saúde... e não só!

- O inspector-geral da ASAE reincidiu na falta de humildade, ao reafirmar que, estava dentro da Lei, ao fumar a sua cigarrilha na passagem de ano... Estava num Casino!
Ó homem, português que seja sério, honesto e com "dois dedos de testa", não o irá mandar "prender" por isso. Qualquer um faria o mesmo... Mas admitiria que o teria feito pela mais lógica das razões: a descontracção dessa noite especial. Veja se percebe!

- A legislação porque se rege a ASAE, nem sequer é portuguesa... é europeia, referiu o sr. inspector-geral! Há que aplicá-la e "mai nada", digo eu!
Aqui, a minha memória retrocedeu a 2005 (ano da criação desta Polícia e da eleição de Sócrates), e "cheirou-me" a "limpeza de imagem"! Ainda alguém se lembra do contestatário discurso ("de manhã, de tarde e à noite") do secretário-geral do PS e ex-secretário de Estado do Ambiente contra o governo PSD? Já esqueceram? Eu, não...

Bem que o deputado Mota Soares deu exemplos:
- uma inspecção da ASAE  (à hora do almoço) ao refeitório de uma escola, que obrigou as crianças a almoçarem só às cinco e meia da tarde;
- a referência ILEGAL ao nome de duas empresas em declarações à Comunicação Social (contrariando o que está vertido no código deontológico e/ou de conduta que o sr. inspector-geral subscreveu ao ser empossado);
- qual a autoridade do sr. inspector-geral, para vaticinar que, mais de 50% dos pequenos restaurantes, irão fatalmente encerrar, já que é o mercado, a economia - e não a ASAE - quem tem "poder" para o fazer?
A isto, o sr. inspector-geral disse "nim"! Primeiro, admitiu ter sido "uma expressão infeliz" (que não pude deixar de comparar à atabalhoada "explicação" do "desértico" ministro Mário Lino); depois, lá foi adiantando que se referira à "incapacidade" (?) desses estabelecimentos  para acompanharem a modernização.

O que me leva a colocar-me a mim próprio (e aos leitores deste blog) duas questões:
1.ª - QUE MODERNIZAÇÃO? A deste (des)governo ou a da União Europeia?
2.ª - Essa "modernização" implica MATAR AS TRADIÇÕES de um Povo?
3.ª - Quem disse a este senhor que queremos ESSA MODERNIZAÇÃO? Talvez, a mesma "personalidade" eleita em 2005, que prometeu referendar o Tratado Europeu... e MENTIU!

Como vêem, não há como "virar a cara", "assobiar para o lado" e dizer que não percebemos a pergunta... É "o que está a dar"! E o pior é que é contagioso!

Vejamos o optimista OE para 2008, que prevê uma inalcancável e utópica taxa de inflação, do défice, do crescimento do PIB, da melhoria das condições de vida dos portugueses... mesmo com a "alta" do preço do crude (já começou a descer, mas quando se reflectirá nos "cartéis" das gasolinas?), da "baixa" das Bolsas americana e europeia...?

 

Voltemos à ASAE.

À tarde, assisti à parte final do programa "Opinião Pública" (no qual, infelizmente, já não fui a tempo intervir, para dizer exactamente o que aqui escrevo...) e, para que conste, resumo algumas das intervenções:

- um telespectador em Antuérpia, referiu perceber e nada ter contra o facto do sr. inspector-geral da ASAE ter fumado na noite de fim de ano (nem eu), mas não entender a "explicação" e muito menos a actuação repressiva e nada didáctica desta nova polícia!

- Uma telespectadora, agures no Norte, descreveu um caso pessoal, passado num café de uma área de serviço onde toma diariamente o seu pequeno almoço; a qualidade dos produtos, o esmerado serviço, a gentileza dos funcionários é tal, que a senhora entendeu por bem pedir o "Livro Amarelo", no qual fez questão de registar estes elogios... O que aconteceu? Duas coisas muito "simples": primeiro, recebeu da empresa (ainda que não assinada) uma carta a agradecer o seu gesto; e, da ASAE (sempre a ASAE...), uma carta "agradecendo" a sua "reclamação" e "prometendo" uma "actuação em conformidade" (?).
Como bem lhe respondeu o meu amigo e colega Jornalista João Ferreira, é caso para nunca mais elogiar ninguém!
- Outra telespectadora, algures no Centro do País, referia o caso de um pequeno produtor de queijo que, numa feira, viu apreendida toda a sua mercadoria - não porque o queijo estivesse estragado ou impróprio para consumo humano, mas porque o dito produtor não registara na ficha de controlo a temperatura do frigorífico, entre as 22H00 e as 08H00...;
- Uma outra telespectadora, algures no Norte, partilhou um caso ocorrido com um pequeno vendedor de camarão, que viu apreendidas largas dezenas de quilos deste marisco (posteriormente regado com gasolina e queimado...), apenas porque não constava na famigerada "fichinha" o método de cozedura do dito... Garantiu a senhora, que havia comprado e consumido com a sua família uns quilos desse produto, sem que nem ela nem nenhum dos seus familiares tivesse tido qualquer problema de saúde ou de qualquer índole;
- Ainda uma telespectadora, algures no Alentejo, insurgindo-se contra uma intervenção dos inspectores/agentes da ASAE numa feira, onde um pequeno produtor de azeitona também viu ser-lhe confiscada todo o produto que vendia, pelo simples facto do mesmo não estar contido em embalagem homologada (?) para o efeito, produtor esse que a citada senhora encontrou a chorar, sem saber "o que fazer à vida", no final da feira!

Verdade? Mentira?

O que sei, é que todos os intervenientes neste programa fizeram questão em referir datas, locais e nomes, pelo que presumo ser válida a primeira hipótese!

 

Deixo-vos, a terminar, duas interrogações:

1.ª - Deve (e pode?) a ASAE ir, arrogantemente, tão longe e de modo tão repressivo?
Resposta: NÃO!

2.ª - Será a arrogância, prepotência e desumanidade da ASAE um "espelho" da governação socrática do nosso País?
Resposta: SIM!

Até quando? Quem se lhe opõe?

Isso, é o que se verá!



Publicado por rui.freitas às 03:21
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14 comentários:
De pracana a 23 de Janeiro de 2008 às 09:38
Na verdade vi o famigerado Sr. Nunes que já admitiu alguns erros de actuação, porque a ASAE é...jovem!!
O problema não assenta na fiscalização. Assenta no excesso, na falta de bom senso e, fundamentalmente, o não se querer entender que existe uma coisa que se chama "herança cultural", onde se integram determinadas formas de gastronomia.
Deixem-me comer arroz de cabidela!
Deixem-me comer queijo da serra!
Portanto essa ASAE têm necessariamente de distinguir estas questões.
Bem andou o CDS/PP por chamar tal senhor ao Parlamento.
Já agora: por onde anda o PSD?!
Saudações Jorge Pracana


De rui.freitas a 24 de Janeiro de 2008 às 00:09
Amigo e Companheiro,
Subscrevo inteiramente o teu comentário... incluindo a pergunta: por onde anda o PSD?... de manhã, de tarde e à noite!?!?!?
Um abraço


De José António a 23 de Janeiro de 2008 às 19:23
.

ASAE = PIDE !!!

MORTE À ASAE !!!

VIVA PORTUGAL !!!

[]

.


De rui.freitas a 24 de Janeiro de 2008 às 00:11
Calma aí, Amigo Zé...
Também não é preciso matar os homens!
Olha se o "AMB" lê este teu comentário...!
Quanto ao VIVA PORTUGAL (embora aprecie muito Espanha), isso já subscrevo.
Um abração.


De Reis Luz a 23 de Janeiro de 2008 às 23:47
Falando da ASAE devo dizer a propósito do seu " chefe" que, ao ouvi-lo lembro-me sempre de alguém a quem chamaram "picareta falante". Porquê . Não sei.
Sobre higiene pública, claro que defendo, mas com em tudo a moderação e discrição são essênciais.
Como diz o povo, "há muita maneira de matar pulgas" e parece-me que esta ASAE insiste em matá - las com metralhadora. Com isso faz muito ruído, não mata nenhuma e toda a gente tapa os ouvidos.
Reis Luz


De rui.freitas a 24 de Janeiro de 2008 às 00:15
Querido Amigo, bem-vindo ao "cantinho" dos comentários.
Eh! Eh! Eh! Bem lembrada, essa do "picareta falante"! Boa!
Quanto ao mais, estamos absolutamente de acordo. Que tem de haver controlo, sobretudo no ramo alimentar? CLARO QUE SIM!
Deixem é as "metralhadoras" em casa, sejam pedagógicos, humildes e não arrogantes... e todos passaremos a entender a sua actuação. Assim... NÃO!


De João Viegas a 25 de Janeiro de 2008 às 15:43
A inovação incomoda. Faz pensar. Obriga o ser a repensar o agir. Altera o que foi dito, é friamente irreverente, arrasa o passado próximo, embacia os tempos primevos, desconstrói o que ontologicamente foi construído (apesar de não ser mais que mera ilusão). Quão triste é ver o balbuciar opinativo, quando na sua teleologia original se semeia o simples propósito da maledicência. O velho Sócrates referia que a opinião recta se distingue da virtuosa verdade, também Prótagoras, mestre da retórica mais eloquente, produzia as mais belas opiniões rectas, porém a quimera da verdade se adiava. Diz a sabedoria popular ancestral que é pretensioso ter sol na eira e chuva no nabal, acrescento-lhe o catalizador de Damásio, pois que a emoção vos controla a razão, e o nosso sentir precede, acompanha e sucede o pensar. O vosso propósito é tão-somente, a qualquer preço, enlamear e destruir o novo Sócrates. É preciso alcançar uma grande vitória, o telúrico conforto de saber perder, para que o propósito pessoano se atinja "destruir o propósito de todas as pontes", talvez juntando as margens, ou quem sabe neosurrealisticamente escrevendo cartas aptas ao transporte eólico. Talvez por isto também o velho Sócrates odiava a democracia, dizia ser o governo de todos e o de ninguém.
Amigo Freitas, com o maior respeito, estás mesmo um Velho do Restelo, tens perdido sucessivas batalhas, dentro e fora do teu partido, mas não desanimes. Queres ser Velho do Restelo, é direito teu, a vida é tua e reconheço-te a rara virtude da coragem. Porque raio é que os choques entre o progresso, a inovação e o estado de direito, com a tradição a cultura popular e o satus quo serão apenas e da exclusiva responsabilidade de quem governa? Acha que o Governo PS é tão estúpido ao ponto de urdir um plano para através dum organismo público acabar de vez com a cultura? A que propósito? Não entendes e percebes que a substância da tua crítica é precisamente a mesma da forma? Não percebes que a tal falta de bom-senso que referes é tão justamente aplicável ao objecto (ASAE) como ao sujeito (Crítico)? A tua crítica é precisamente tão ou mais acutilante que a prórpia actuação (suposta) da ASAE.

Fico-me por aqui, talvez para evitar que também eu me exceda…

Um grande abraço,
Dum sempre teu amigo
João Viegas


De Anónimo a 25 de Janeiro de 2008 às 16:01
Pretensioso é este comentário do sr Viegas. Uma verdadeira seca. Tanta 'erudição' cansa! Livra!


De rui.freitas a 26 de Janeiro de 2008 às 05:23
Caro "Anónimo",
Concordo em absoluto consigo.
Mas, como respeito um Amigo... todos os Amigos, respondi "à letra" e sem a preocupação do "politicamente correcto" ao João Viegas.
Tenho a felicidade de poder dizer que não tenho palas...
Acho - sinceramente - que TODOS começamos a perceber que este (des)governo "já deu o que tinha a dar"... Bateu no fundo e não o quer admitir!
Há que dar mais algum tempo para que o tempo dê razão a quem a tem!
Aguardemos serenamente!


De rui.freitas a 26 de Janeiro de 2008 às 05:16
Caro Amigo João,
Como diz o comentador seguinte: tanta erudição! E pergunto: para quê? Para defender o "novo" ou o "velho" Sócrates"... O "novo", certamente!
Tentarei - eu também - não exagerar... Vamos por partes!
"Velho do Restelo"? Ó João, você sabe mesmo o que representava (representa) o dito "velho"? Penso que não, como o prova aqui! Pense, Caro Amigo!
O "Velho do Restelo" persiste (e é) mais novo do que o seu "novo" Sócrates... Mas muito mais!
De Amigo para Amigo: perder batalhas? Quem as não perdeu? Quem ganhou todas? Dentro... fora... dos seus próprios partidos?
A História muda todos os dias... os personagens também!
João Viegas, você já perdeu... Agora está do lado do vencedor! Mas não esqueça que, quer uma quer outra, são efémeras!
A ÚNICA BATALHA QUE REALMENTE GANHAMOS, é a do nossa consciência.
E, essa, não a vendo, não a troco, não a ganho... É MINHA!
Tanto arrazoado, para quê, João? Para negar o óbvio?
Serei só eu a pensar assim? Creio que não!
A "onda" está a crescer, João... e o seu "novo" Sócrates a afogar-se... Pense nisso!
As palavras não são minhas, são suas: "Acha que o Governo PS é tão estúpido ao ponto de urdir um plano para através dum organismo público acabar de vez com a cultura?"
Pergunto: Acha-me tão estúpido, a ponto de acusar o "seu" (des)governo disso?
Ó Amigo João Viegas... por favor!
Eu "jogo limpo"... e nem sempre ganho as "tais" batalhas! Prefiro assim, sabe?
Caro Amigo (repare que continuo a escrever Amigo e não amigo...),
Estamos a morrer, e você não se dá conta, ou não quer admiti-lo - o que é pior!
Eu sei que o INE embandeira em arco e vomita números rosa para o desemprego. Mas você - inteligente e sério, como o reconheço -, sabe como se manipulam estes mesmos números!
Eu sei que o candidato PS a presidente da Assembleia Municipal de Oeiras - Mário Lino - admite agora aquilo que "jamais" admitiu antes!
Eu sei que Correia de Campos - num país "civilizado", já se teria ou teria sido demitido!
Eu sei que Manuel de Pinho, nesse mesmo país, NUNCA teria sequer a hipótese de ser ministro!
Eu sei, ainda, que por muito menos do que esses senhores fizeram, os seus camaradas "pediram" ( e obtiveram) a "cabeça" de Carlos Borrego!
Eu sei, Caro Amigo João, que a ASAE é um espelho fiel do (des)governo do seu Partido!
Eu sei, Amigo João, que dia-a-dia, o seu "novo" Sócrates está a cavar a sua própria sepultura!
Eu sei, Amigo João, que a arrogância é inimiga de uma governação pelo e para o Povo (espero que não me coloque à esquerda da esquerda por isso...!).
Amigo João Viegas: você sabe bem que "eu tenho o coração ao pé da boca", que desdenho do politicamente correcto, que "não faço fretes"... Lembra-se do seu espanto, um dia, numa Assembleia Municipal? Eu, NÃO ESQUECI!
Sou assim, não há nada a fazer!
Não escrevo nem subscrevo "livros brancos", "livros negros" nem "cinzentos"... Ou é branco ou é preto!
Batalhas perdidas, João? E guerras ganhas!?!?
Pergunte-me, antes, se estou de bem comigo.
GARANTO-LHE QUE ESTOU!
Um Forte Abraço, Amigo João.
"Espero à porta..."


De Consciencia Critica a 26 de Janeiro de 2008 às 13:12
Amigo Rui Freitas,
Assim que o nosso partido derrubar estes tipos, vamos lá os 2 ter uma conversinha com este tipo


De rui.freitas a 26 de Janeiro de 2008 às 23:44
Caro Amigo C. C.,
Pensava eu que conhecia o João Viegas como uma pessoa recta e ponderada... Enganei-me!
A rectidão, deixou-a nas derradeiras e constantes críticas que fazia aos Governos PSD; a ponderação, que, apesar de tudo lhe reconhecia, transformou-se em cega defesa do indefensável. Quase diria, na colocação de "palas afuniladoras" da visão!
Mas irei, com todo o gosto, a essa necessária conversinha, já que em 2009, o João Viegas já "viverá noutro País". Isto é, quando derrotarmos o PS e tivermos, de novo, de erguer Portugal, o discurso do João já será igual ao de antes... Tudo estará mal, tudo será mal decidido, as empresas privadas serão dirigidas por "capitalistas" sem escrúpulos, as empresas públicas serão o "monstro" da Nação...
Já estou mesmo a antever!


De Isabel Magalhães a 26 de Janeiro de 2008 às 23:57
Amigo e Companheiro Rui;

Tenho constatado que este Sr Viegas deve gostar muito de se ler...

Quanto ao desgoverno do governo Só cretino partilhamos opiniões. Nós e uns milhões largos de portugueses, os que não usam 'palas' e os que não fazem parte do elenco dos contemplados com 'benesses' e afins.

Deixo um abraço. Grande.

I.


De rui.freitas a 28 de Janeiro de 2008 às 23:50
Assim é, Isabel,
"Eles" gostam muito de se ler... e de se ouvir!
Em 1998/2001, disse a um "deles" que, não era por falar muito e muito alto que tinha mais razão. E continuo a dizer o mesmo...
No presente caso, não interessa ser "um dito erudito"... interessa, sim, perceber de que lado está a razão.
Ou seremos todos "sindicalistas da CGTP", como diz o "Sô Sousa"?
Acho que não... e a onda vai crescendo!


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