Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008
Mais "ficção"...

Será que isto - DECLARAÇÃO - tem a ver com isto - PSD ocupa lugares dos renunciantes do PS -, com isto - Eleições -ou com isto - Expulsos querem voltar?



Publicado por rui.freitas às 01:30
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8 comentários:
De Luís da Costa Tavares a 19 de Setembro de 2008 às 18:04
Caro amigo Rui Freitas
Tendo assumido há poucos dias o lugar de membro da Assembleia de Freguesia de Porto Salvo e tendo participado na reunião preparatória do Grupo do PSD da Freguesia de Porto Salvo (eleitos na Junta e Assembleia e mais alguns candidatos não eleitos mas imediatamente a seguir na lista para os manter informados sobre o que se vai passando na Freguesia) com os representantes da Comissão Política da Secção de Oeiras, realizada em Agosto último, onde este assunto foi discutido e debatido entre todos os presentes - 8 autarcas de Porto Salvo ou em vias de o ser, incluindo o meu amigo Vítor Marques, autor dessa declaração - venho apenas informar que nessa reunião foi decidido por maioria esmagadora que o PSD em Porto Salvo teria de aceitar os pelouros no Executivo sob pena de irresponsabilidade política, não só porque já estava representado no Executivo, como essencialmente por não fazer sentido provocar uma qualquer crise institucional a cerca de um ano do termo do mandato e muito menos causar com essa atitude de recusa uma espiral de radicalismos de consequências imprevisíveis, que poderiam até levar a umas eleições intercalares, que apenas iriam completar o mandato deste órgão e daqui a um ano novamente eleições. Foram assim razões de interesse público que nortearam a nossa atitude de aceitar mais 2 lugares no Executivo e não quaisquer outros supostos interesses eleitoralistas ou até interesses de negociatas com afastados ou expulsos do Partido.
Os verdadeiros motivos da Declaração e os papões que ela possa querer antever ou descortinar, terão de ser assumidos de uma forma mais clara e rigorosa pelo seu autor, para poderem também ser respondidos da mesma forma.
Lições de lealdade, de seriedade e de credibilidade, não se recebem, nem se apregoam - vive-se dessa forma, com simplicidade e os outros disso darão ou não o devido testemunho.
Atentamente, com amizade e estima dos bons tempos de convívio fraterno e partidário, subscrevo-me
Luís Tavares


De rui.freitas a 20 de Setembro de 2008 às 01:01
Caro Luís Tavares,
Respondo-lhe com todo o gosto e "com amizade e estima dos bons tempos de convívio fraterno e partidário" que, espero, não tenham terminado, como intuo da frase.
Também não posso estar mais de acordo com estoutra: "Lições de lealdade, de seriedade e de credibilidade, não se recebem, nem se apregoam - vive-se dessa forma, com simplicidade e os outros disso darão ou não o devido testemunho." Acho é que o amigo Luís tem andado desatento ao meu "blog" e, pior do que isso, aos meus recentes três anos de vida autárquica, em que alguns dos "tais" da "lealdade e seriedade" se esqueceram do que isso é. Se lê o "blog", não preciso recordar-lhe nomes; e olhe que nem todos tiveram direito a "tempo de antena".
Mas vamos ao que interessa:
Se os eleitos PSD a Porto Salvo decidem reunir com "a" Comissão Política, é convosco;
Se os eleitos PSD a Porto Slavo decidem "por maioria esmagadora (então, não houve unanimidade...) que o PSD em Porto Salvo teria de aceitar os pelouros no Executivo", continua a ser convosco;
Se os eleitos do PSD a Porto Salvo entendem, em nome do "interesse público", aceitar 2 lugares no Executivo, é a vossa decisão...
A minha, amigo Luís, foi diferente e diferentes foram as reacções, em diferentes "tempos", de dois diferentes membros da Lista PSD a Paço de Arcos: quando eu entendi (depois de com todos conversar) que devíamos impor dois lugares para o PSD no Executivo, tentaram dissuadir-me disso; quando entendi (depois de conversar com a equipa eleita), que devíamos abandonar o mesmo Executivo, não pactuando assim com as irregularidade se ilegalidades que se estavam (e estão) a cometer, até quem me havia dito concordar comigo aceitou o lugar. Sabe, Caro Luís Tavares, eu também fui "convocado" para reunião com o mesmo fim... e não compareci! No próprio dia da votação para a substituição, uma das "armas" usadas (seria para me intimidar?) foi que "era indicação dada pelo PP". E abandonei a sala...
Como democrata, aceito a sua decisão. Como democrata, aceitei a decisão daqueles que preferiam deixar o PSD e integrar o IOMAF. Nunca me ouviu dizer ou escrever o contrário. Prefiro os que o assumiram publicamente, àqueles que "de manhã vestiam de laranja e à noite vestiam de verde claro"... Faço-me entender?
Como também nunca leu neste "blog" qualquer alusão a "negociatas"... Eleitoralismos, isso sim!
Como vê, "dar a cara" sem se esconder no anonimato merece-me logo distinta reacção!
Estamos entendidos, Caro Luís Tavares?


De Luís Tavares a 21 de Setembro de 2008 às 13:03
Caro Rui Freitas
Quando falo de amizade e estima, refiro-me a comportamentos e relações que sempre nos pautaram de cordialidade, respeito e consideração, quer mútua, quer no relacionamento com terceiros e com a sociedade em geral e por isso, tenho muito gosto em continuar seu amigo e a estimá-lo. Essa sempre foi a minha maneira de ser, que o meu amigo acompanhou ao longo dos anos em que temos convivido e espero que continue a ser, mesmo com a convivência recente de mais de dez anos de outros hábitos sociais e culturais.
Não tenho estado muito tempo aqui em Portugal, como julgo que sabe e por isso também não tenho acompanhado muito a actividade política recente a nível concelhio e local, em especial da sua freguesia, à qual me ligam várias décadas de utilização dos seus espaços e locais, em particular os espaços de oração e de apostolado.
Sei o que representava o Rui Freitas de antigamente, dos nossos bons tempos de convívio fraterno e partidário e continuo a crer que essa espinha dorsal se mantém no sítio.
Nos poucos tempos que por aqui passo, nestas terras lusitanas, tenho ouvido umas coisas de algumas pessoas referente ao seu percurso autárquico recente, mas por não o ter acompanhado e, essencialmente, por nunca ter tido a oportunidade de ouvir a sua parte verdadeira desta mesma história, não fiz ainda qualquer tipo de consideração, e muito menos qualquer juízo de valor, sobre esse seu percurso recente. Resta-me esperar que consigamos estar juntos -como se diz em África - para ficar mais inteirado das coisas e poder depois fazer os meus comentários a quem neles estiver interessado, sempre colocando a verdade e a justiça nos primórdios de qualquer observação de cariz político e partidário - nunca apreciações pessoais.
Penso também que o meu amigo sabe que eu nunca me escondi em quaisquer anonimatos para intervir seja onde for e por isso interpreto as suas referências finais como recado a alguém que não eu.
Deixando estas questões introdutórias e passando, ao de leve, ao âmago da questão - vou contactá-lo, de qualquer modo, para estarmos juntos e conversarmos pessoalmente sobre isto tudo e o que mais houver para pôr em dia - todas as minhas observações e comentários referiam-se em exclusivo e absoluto ao teor da Declaração do Dr. Vítor Marques que "transcreveu" no seu blogue e à sua afirmação de que eventualmente uma coisa poderia estar relacionada com outras - eleições partidárias e regresso de expulsos - e não a quaisquer outros comentários e observações feitos no seu blogue, que aliás, com muita pena minha, apenas comecei a acompanhar há alguns dias atrás.
Não foram os elementos do PSD de Porto Salvo que decidiram reunir com a CPS , mas a CPS que os convocou legitimamente para uma reunião para saber o que se passava em Porto Salvo e decidir em conjunto o que fazer em face desses novos dados da renúncia dos membros do PS no Executivo da Junta de Freguesia. Assim, como também a CPS de Oeiras convocou de novo os elementos do PSD da Junta e da Assembleia de Freguesia de Porto Salvo para a próxima semana para de novo se discutir a Ordem de trabalhos da Assembleia de Freguesia do dia 26 de Setembro próximo e se articular entre todos os elementos do PSD qual deve ser a posição colectiva do Partido e não a posição individual de um elemento , por mais proeminente e iluminado que ele seja.
O meu amigo sabe bem o que eu penso de pessoas que julgam ser os iluminados, os detentores da verdade absoluta, que decidem o que eles querem sem ouvir os outros e que às vezes até querem esmagar os outros com a força do seu poder absoluto - lembra-se, seguramente, das minhas posições constantes e permanentes contra esse tipo de políticos, começando pelo consulado cavaquista dos anos 90 e pela experiência camarária de Oeiras dos mesmos anos 90, aqueles em que eu fui mais interventivo.
É assim num quadro de reunião colectiva e conjunta de todos os responsáveis pela posição do PSD nos órgãos autárquicos de Porto Salvo que as decisões começaram a ser tomadas e, espero ardentemente, que continuem a ser tomadas para o futuro, preferencialmente sem ser necessária a tutela da CPS de Oeiras, a não ser para questões realmente importantes e estratégicas, como estas foram e são.
As justificações restantes cotinuam


De Luís Tavares a 21 de Setembro de 2008 às 14:42
O meu (não) poder de síntese sempre foi a minha pedra de toque no sapato da escrita e por isso as razões da posição política ficaram na gaveta dos limites dos caracteres impostos - e muito bem impostos, acrescente-se.
Ao contrário do meu amigo Rui e da maioria dos elementos integrantes dos órgãos autárquicos das freguesias e da "Comissão de Gestão do PSD de Oeiras", eu entendi logo desde o início dos mandatos autárquicos em vigor que o PSD devia isolar o IOMAF nos Executivos das Freguesias do Concelho - e já agora, também no próprio Executivo Camarário - e que não devia integrar os Executivos, tentando, se possível, angariar outras forças políticas eleitas para essa mesma posição. Foi assim que estabeleci reuniões com os autarcas e dirigentes da CDU e do PS em Porto Salvo, juntamente com o Dr. Vítor Marques, e se estabeleceu assim um acordo tripartido em Porto Salvo para que o IOMAF constituísse sozinho o Executivo da Freguesia, contando com a nossa abstenção inicial para a formação do Executivo e com a nossa oposição construtiva e atenta para o seu exercício do mandato.
Infelizmente, após a minha ausência para África em Novembro de 2005 - estive aqui cerca de dois meses para acompanhar e participar no processo eleitoral, como era meu dever enquanto candidato, mesmo que em posição claramente não elegível - fui confrontado com uma decisão contrária dos eleitos e dos decisores políticos do PSD em Oeiras e assim o PSD integrou o Executivo da Junta com 1 elemento.
Agora, a cerca de um ano do fim do mandato, com o PSD já dentro do Executivo e com uma posição dominante de Secretário da Junta e com a imposição legal de qualquer antecipação de eleições apenas poder completar o mandato e não iniciar um novo ciclo autárquico, querendo o Presidente da Junta e o IOMAF por razões lógicas - que lhes podem sair furadas, se o PSD para isso tiver talento e arte - que fosse o PSD a completar o Executivo, sabendo-se que a CDU e o PS não o integrariam, nem que fosse por outros elementos e que a lista do IOMAF estaria perto do seu limite activo, não faria sentido entrar em radicalismos de recusas, que poderiam levar a instabilidades institucionais na Freguesia e a eventual agravamento da situação em que esta Freguesia supostamente se encontraria do ponto de vista orçamental e financeiro, tal como era alegado pelo PS de Porto Salvo.
Assim, com bom senso político e com sentido de responsabilidade e de interesse público, o PSD, pretendendo marcar a diferença e desejando manifestá-lo politicamente, afirmando-se claramente como organização que coloca os interesses da freguesia e da sua governabilidade acima de quaisquer interesses meramente eleitoralistas de força imediata e de curto prazo, aceitou completar o Executivo e fazer o seu trabalho neste ano que falta para completar o mandato.
O trabalho agora será mais exigente, para se marcar a diferença para o PS - em primeiro lugar - mas também para o IOMAF , sendo isentos e independentes, solidários mas críticos e rigorosos na gestão da coisa pública, mostrando ter capacidade, ter elementos competentes, sérios, responsáveis e credíveis, que não entram em jogos políticos de bastidores e que colocaram os interesses reais de Porto Salvo em primeiro lugar, ao contrário dos outros, que abandonaram ou dos outros que não conseguiram manter a estabilidade.
Estes são os motivos que os 7 elementos do PSD presentes nessa reunião tiveram para tomar essa posição e serão apenas esses que os vinculam em relação ao futuro da sua actuação na freguesia de Porto Salvo e não quaisquer outras considerações de natureza eleitoral ou "negociatas" (expressão utilizada na Assembleia de Freguesia de Porto Salvo, que não por si, admito a sua palavra).
Esperando assim ter esclarecido este assunto, subscrevo-me com protestos renovados de consideração e estima e de nos encontrarmos em breve,
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O meu (não) poder de síntese sempre foi a minha pedra de toque no sapato da escrita e por isso as razões da posição política ficaram na gaveta dos limites dos caracteres impostos - e muito bem impostos, acrescente-se. <BR>Ao contrário do meu amigo Rui e da maioria dos elementos integrantes dos órgãos autárquicos das freguesias e da "Comissão de Gestão do PSD de Oeiras", eu entendi logo desde o início dos mandatos autárquicos em vigor que o PSD devia isolar o IOMAF nos Executivos das Freguesias do Concelho - e já agora, também no próprio Executivo Camarário - e que não devia integrar os Executivos, tentando, se possível, angariar outras forças políticas eleitas para essa mesma posição. Foi assim que estabeleci reuniões com os autarcas e dirigentes da CDU e do PS em Porto Salvo, juntamente com o Dr. Vítor Marques, e se estabeleceu assim um acordo tripartido em Porto Salvo para que o IOMAF constituísse sozinho o Executivo da Freguesia, contando com a nossa abstenção inicial para a formação do Executivo e com a nossa oposição construtiva e atenta para o seu exercício do mandato. <BR>Infelizmente, após a minha ausência para África em Novembro de 2005 - estive aqui cerca de dois meses para acompanhar e participar no processo eleitoral, como era meu dever enquanto candidato, mesmo que em posição claramente não elegível - fui confrontado com uma decisão contrária dos eleitos e dos decisores políticos do PSD em Oeiras e assim o PSD integrou o Executivo da Junta com 1 elemento. <BR>Agora, a cerca de um ano do fim do mandato, com o PSD já dentro do Executivo e com uma posição dominante de Secretário da Junta e com a imposição legal de qualquer antecipação de eleições apenas poder completar o mandato e não iniciar um novo ciclo autárquico, querendo o Presidente da Junta e o IOMAF por razões lógicas - que lhes podem sair furadas, se o PSD para isso tiver talento e arte - que fosse o PSD a completar o Executivo, sabendo-se que a CDU e o PS não o integrariam, nem que fosse por outros elementos e que a lista do IOMAF estaria perto do seu limite activo, não faria sentido entrar em radicalismos de recusas, que poderiam levar a instabilidades institucionais na Freguesia e a eventual agravamento da situação em que esta Freguesia supostamente se encontraria do ponto de vista orçamental e financeiro, tal como era alegado pelo PS de Porto Salvo. <BR>Assim, com bom senso político e com sentido de responsabilidade e de interesse público, o PSD, pretendendo marcar a diferença e desejando manifestá-lo politicamente, afirmando-se claramente como organização que coloca os interesses da freguesia e da sua governabilidade acima de quaisquer interesses meramente eleitoralistas de força imediata e de curto prazo, aceitou completar o Executivo e fazer o seu trabalho neste ano que falta para completar o mandato. <BR>O trabalho agora será mais exigente, para se marcar a diferença para o PS - em primeiro lugar - mas também para o IOMAF , sendo isentos e independentes, solidários mas críticos e rigorosos na gestão da coisa pública, mostrando ter capacidade, ter elementos competentes, sérios, responsáveis e credíveis, que não entram em jogos políticos de bastidores e que colocaram os interesses reais de Porto Salvo em primeiro lugar, ao contrário dos outros, que abandonaram ou dos outros que não conseguiram manter a estabilidade. <BR>Estes são os motivos que os 7 elementos do PSD presentes nessa reunião tiveram para tomar essa posição e serão apenas esses que os vinculam em relação ao futuro da sua actuação na freguesia de Porto Salvo e não quaisquer outras considerações de natureza eleitoral ou "negociatas" (expressão utilizada na Assembleia de Freguesia de Porto Salvo, que não por si, admito a sua palavra). <BR>Esperando assim ter esclarecido este assunto, subscrevo-me com protestos renovados de consideração e estima e de nos encontrarmos em breve, <BR class=incorrect name="incorrect" <a>Luis</A> Tavares <BR><BR>


De rui.freitas a 21 de Setembro de 2008 às 19:58
Caro Luís Tavares,
Em primeiro lugar, não tenciono alongar-me muito nesta resposta que lhe devo, não porque o amigo o não mereça, mas porque quero "tocar" apenas três ou quatro pontos:
o primeiro, para reforçar que o termo por mim usado ("dar a cara"), era-o no sentido elogioso, ou seja, como eu esperava, não se escondeu atrás de anonimatos;
Em segundo lugar, terei todo o gosto em combinar um café/conversa consigo (preciso apenas de alguma antecedência na marcação da data/hora;
Em terceiro, continuo a entender (mas sou eu a pensar em voz alta...) que os membros da Assembleia de Freguesia de Porto Salvo, a "reboque" da CPSO (eu não disse o contrário), ofereceram ao PS/Porto Salvo a possibilidade de recuperar a Junta em 2009;
Finalmente, ao deixar nas entrelinhas muito ter ouvido falar de mim (razão porque pretende tomar o tal café), deixa entrever que não foi certamente para elogiarem a cor dos meus olhos... bem pelo contrário, donde sou obrigado a voltar ao princípio: EU NÃO MORDO PELAS COSTAS... Digo e escrevo o que penso e sempre assim será!
Nota: o café/encontro a combinar, não terá necessariamente por tema as "conversas" que ouviu. Pela minha parte, até poderemos falar de automóveis, já que de futebol pouco ou nada percebo.


De Anónimo a 23 de Setembro de 2008 às 10:06
QUANTO É QUE PAGASTE PELA CAS QUE A CMO TE DEU?????


De Linda e airosa a 23 de Setembro de 2008 às 17:43
Epá... Vogal na Lista do bajoulo do Roque da Cunha?

Sim senhora...


De Freguês de Porto Salvo a 28 de Setembro de 2008 às 18:31
Pactuar com o IOMAF é comer com o Inimigo. O PSD está a pactuar com uma Freguesia governada por um casal que desvia dinheiro e faz contratos ALD sem pedir autorização à Ass . de Freguesia. Abram os olhos para o que se passa em Porto Salvo e em Oeiras. É tudo uma corja de Bandidos e mamões. E ainda por cima apoiados pelo PSD de Oeiras. A responsabilidade politica é de quem está na Freguesia não é de quem foi pisado, foi o que aconteceu ao PSD em Oeiras.Resumindo, uma vergonha.


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