Quinta-feira, 6 de Julho de 2006
Freitas abandonou... Viva Freitas!

000455fh   Quem o viu e quem o vê...

Porque "ainda" não me apetece voltar a falar da Junta de Freguesia de Paço de Arcos (o que farei lá para domingo, com a garantida mágoa da minha "amiga" "sidarta-guru", já que este Freitas não "abandona" - pois infelizmente a "NOSSA SELECÇÃO" jogará no sábado), decidi procurar em "arquivos poeirentos" parte do passado do recém-auto-demitido Freitas... E encontrei esta "recordação"!
Claro que também não foi esta a "verdade" que Freitas prometeu quando fundou o CDS, "encostando-se", pela segunda vez, ao PS... que abandonou outras tantas vezes.
Desejando, naturalmente, as melhoras e rápida recuperação ao ex-ministro, não resisto a deixar-vos aqui, para séria reflexão, os "leads" (viu, amiga "Sidarta"?) de notícias publicadas nos Jornais (em especial no "CM") acerca de um ano de permanência de Freitas no governo Sócrates... a quem deu inúmeras "dores de cabeça".
Tenho para mim que o ex-MNE nunca "perdoou" ao vilarealense nascido no Porto a "traição" que este lhe fez ao apoiar Soares na recente candidatura a Belém... Freitas estava mesmo "danadinho" para a segunda tentativa!
Mas também o Zé português de Vila Real não deixa de ter razões de queixa - e muitas - pelas noites mal dormidas que este, certamente, lhe proporcionou.
Vejamos, então, cronologicamente, as várias "trapalhadas" que os jornais noticiaram entre 2 de Julho de 2005 e 2 de Julho de 2006:

CM - 02-07-2005
Presidenciais: candidato do PS definido após autárquicas
Freitas é uma hipótese credível em Belém
Um candidato à esquerda ou à direita? É esta a pergunta que muitos socialistas colocam quando o tema são as eleições presidenciais. Há quem, dentro da direcção do PS, defenda um candidato que “jogue ao centro”. Freitas do Amaral “é uma das hipóteses” ou “uma hipótese credível”, referiram ao CM fontes partidárias. Em sentido contrário, várias vozes socialistas preferem um candidato agregador das esquerdas. Tudo para combater Cavaco Silva.
Cristina Rita
 
CM - 20-07-2005
Governo - declarações de Freitas geram polémica
Sócrates chama ministros a atenção
O primeiro-ministro deverá falar amanhã, a título particular, com Freitas do Amaral e Campos e Cunha (que logo "bateu com a porta"), à margem do Conselho de Ministros. Segundo apurou o CM, José Sócrates irá procurar redefinir a estratégia de comunicação para evitar a repetição de polémicas semelhantes às que aconteceram nos últimos dias com o artigo do ministro das Finanças e as críticas do titular da pasta dos Negócios Estrangeiros às falhas do Governo para explicar as medidas difíceis.
António Sérgio Azenha/Cristina Rita


20-07-2005 in “JornalismoPortoNet”
Freitas do Amaral abre portas às presidenciais
Em entrevista ao Diário de Notícias, o MNE não exclui a hipótese de se candidatar a Belém e critica as declarações de Sócrates sobre impostos na campanha eleitoral.
Numa frase, Freitas do Amaral não rejeita a possibilidade de se candidatar à presidência da República. Em entrevista publicada ao Diário de Notícias (DN), publicada na íntegra na edição de hoje, quarta-feira, o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros diz que “o facto de ter aceite o convite para integrar o Governo” não o impede de “eventualmente ser candidato a esse ou a outros cargos electivos”.
Sem nunca referir o nome de Cavaco Silva, que se perfila como forte possibilidade para ser o candidato da direita, Freitas afirma que é necessário que se assumam candidatos, para que “os problemas possam ser discutidos, clarificados, as posições definidas, em vez de se passar apenas um cheque em branco a um determinado candidato a salvador da pátria”.
Freitas não diz se votaria em Manuel Alegre, mas sublinha que "há em Portugal" muitas pessoas "que têm mérito para serem presidentes da República", entre as quais o socialista.
Pedro Rios

CM - 05-09-2005
Governo: ruptura com o Executivo socialista poderá não estar muito longe
Freitas prepara saída
Freitas do Amaral poderá estar a preparar a saída do Governo num prazo não muito longo. Ao que o Correio da Manhã apurou, o ministro dos Negócios Estrangeiros, descontente com a forma como decorreu a escolha do candidato presidencial do PS e com a previsível limitação orçamental para o seu ministério em 2006, “há-de arranjar todo o tipo de subterfúgios para sair [do Executivo] por cima”, nas palavras de um alto dirigente socialista.
 
"Certinho e direitinho..."
Para já, Freitas do Amaral autorizou a colocação do seu ex-chefe de gabinete, José Augusto Duarte, na embaixada de Madrid, desde o dia 14 de Agosto. E, segundo garantem fontes ligadas ao meio diplomático, “o ministro podia impedir isso se quisesse, até porque ele [Augusto Duarte], enquanto chefe de gabinete, não estava a perder na [sua] carreira” diplomática. Para a mesma fonte, esta colocação “pode ser entendida como ele [Freitas do Amaral], na perspectiva de sair, colocar já o chefe de gabinete para o futuro”. Isso “é o que se costuma fazer no fim do Governo”, remata.
Outro sinal de que Freitas do Amaral considerará que “agora não está ali a fazer nada [no Executivo]”, na expressão do alto dirigente socialista, é o artigo que o ministro escreveu na última edição da ‘Visão’, onde faz o balanço da sua actividade em seis meses. “Aquele artigo que ele escreveu na ‘Visão’ é um bocado estranho: aquilo é só querer demonstrar o trabalho que fez”, frisa o alto dirigente do PS.
Fonte ligada ao meio diplomático reforça esta tese: “Não é normal um membro do Governo, ao fim de seis meses, escrever artigos a fazer um balanço sobre a sua actividade política, ainda por cima um ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros”. Mais: “Quem tem alguma experiência de governar, percebe que isto é de alguém que se sente acossado e vê o seu perímetro de acção política limitado”.
António Sérgio Azenha

CM - 10-11-2005
UNITA condena declarações de Cravinho
Insulto intolerável
O secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, João (Gomes) Cravinho (filho do ex-ministro PS) - que se encontra em Luanda integrado na comitiva do Presidente português, Jorge Sampaio -, protagonizou uma polémica com a Unita numa entrevista publicada no semanário ‘Expresso’.

CM - 16-11-2005
Diplomacia: Concurso público será aplicado em 2006
Freitas quer pôr fim a clientela no MNE
O ministro dos Negócios Estrangeiros vai apresentar, em breve, em Conselho de Ministros, um diploma que permite acabar com as nomeações políticas para as embaixadas e consulados e criar em sua substituição um regime de concurso público para a carreira de conselheiros técnicos e adidos.
Em causa, está o exercício de funções cujo salário oscila entre 9300 e 12 900 euros por mês. Maria Elisa, ex-deputada do PSD e ex-jornalista da RTP, e Maria Rui, ex-assessora de José Sócrates, são exemplos dessas nomeações.
Freitas do Amaral está a fazer os possíveis para que o regime do concurso público seja aplicado já a partir de 1 de Janeiro de 2006. "A legislação vai ser alterada e não será mais possível fazer nomeações políticas, porque a carreira (de conselheiros e adidos das embaixadas e consulados) vai passar a ser feita por concurso público".
A futura extinção das nomeações políticas para as embaixadas não inclui os embaixadores. Ferro Rodrigues, que representa Portugal na OCDE, é um desses exemplos. Segundo o porta-voz do MNE, apenas estão abrangidos pelas alterações previstas os conselheiros e adidos.

PRIMEIRO DISPENSADO
O porta-voz do ministro dos Negócios Estrangeiros garante que, quando a futura legislação entrar em vigor, “eu sou o primeiro dispensado, porque sou conselheiro de Imprensa”. “Mal ficaria eu, estando de acordo com esta medida, não dar o exemplo”, explicou. Carneiro Jacinto termina o contrato com o MNE em Julho de 2007.
António Carneiro Jacinto não irá, porém abandonar as suas funções como porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, e segundo revelou, nos próximos dias será nomeado para o cargo, que desempenha desde que regressou de Paris.
António Sérgio Azenha
 
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CM - 09-01-2006
Garcia com Freitas
Garcia Pereira acusou ontem, em Braga, onde dedicou o primeiro dia de campanha, o PS de ter inviabilizado a derrota de Cavaco Silva na corrida a Belém, ao avançar com a candidatura de Mário Soares e não ter apoiado Freitas do Amaral.
O candidato presidencial defendeu que o fundador do CDS seria o único candidato capaz de travar “o passeio na Avenida” de Cavaco. “Quem impôs essa candidatura [de Soares] inviabilizou a derrota de Cavaco e vai ter de assumir as suas responsabilidades”, avisou.
Ana P. Dias
 
CM - 03-02-2006
MNE: Ministro rescinde contrato com 39 funcionários
Freitas demite Maria Elisa para reduzir despesas
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Freitas do Amaral, decidiu ontem rescindir o contrato com 39 conselheiros e adidos dos 160 que exercem funções nas embaixadas portuguesas para fazer frente “às exigências de contenção do Orçamento de Estado de 2006”.
Com esta medida, o Ministério prevê poupar anualmente sete milhões de euros e entre os funcionários dispensados estão a ex-jornalista e ex-deputada do PSD, Maria Elisa e o porta-voz do próprio ministro, António Carneiro Jacinto.
António Carneiro Jacinto não irá, porém abandonar as suas funções como porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, e segundo revelou, nos próximos dias será nomeado para o cargo, que desempenha desde que regressou de Paris.
Ana Patrícia Dias

Lembram-se?

CM - 07-02-2006
Por "incitarem à guerra de religiões"
Freitas lamenta publicação de caricaturas
“A liberdade de expressão, como todas as liberdades, tem como principal limite o dever de respeitar as liberdades e direitos dos outros” defendeu, esta terça-feira, o ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE) português. Freitas do Amaral lamenta a publicação das caricaturas de Maomé na imprensa europeia uma vez que “ofendem as crenças ou sensibilidade religiosa dos povos muçulmanos” incitando a uma “inaceitável guerra de religiões”.

CM - 14-02-2006
Crise dos ‘cartoons’
Sócrates solidário com Freitas
O primeiro-ministro foi ontem ‘forçado’ a manifestar o seu apoio ao ministro dos Negócios Estrangeiros na sequência das críticas da oposição às declarações de Freitas do Amaral sobre a chamada crise dos ‘cartoons’ de Maomé.
“O primeiro-ministro está solidário com a declaração do ministro dos Negócios Estrangeiros no sentido do apelo à responsabilidade do uso da liberdade de expressão e na defesa de todas as iniciativas para promover a paz e o diálogo entre povos e civilizações, nomeadamente a dos povos europeu e islâmico”, declarou ao CM uma fonte do gabinete de José Sócrates.
Freitas do Amaral afirmou no domingo, em Évora, que o Ocidente tem sido historicamente o ‘agressor’ face ao Médio Oriente. Apesar da solidariedade de José Sócrates, a oposição quer uma clarificação do Governo sobre este tema.
António Sérgio Azenha com C.R.
 
CM - 15-02-2006
Esqueçam as caricaturas de Maomé. Hoje, em Portugal, a discussão sobre a liberdade de expressão implica apenas a resposta à seguinte pergunta: será que as sucessivas declarações do prof. Freitas do Amaral devem ser tornadas públicas? O Professor, é sabido, aprecia a polémica. Dia após dia, atira-nos com provocações gratuitas para cima, desde a sugestão de diálogo com o Hamas até à criação de um torneio de bola entre europeus e árabes, passando pela descoberta de que o Ocidente é um “agressor” inato e a causa das desgraças da Terra. Por seu lado, as televisões, as rádios e os jornais reproduzem estas coisas, na convicção de que uma Imprensa democrática permite todo o género de opiniões, mesmo as susceptíveis de fomentar indignação e violência social.
A violência não pode tardar. Cada frase do ministro dos Negócios Estrangeiros é uma ofensa deliberada e directamente dirigida aos crentes no bom senso e na inteligência humana, os quais estão prestes a perder a paciência. Como afamados observadores têm notado, a célebre ‘rua portuguesa’ encontra-se em estado de ebulição, e se ainda não vimos uma multidão a queimar um retrato do prof. Freitas foi porque o CDS, em tempos, retirou do Caldas o único exemplar conhecido e escondeu-o em local incerto. Informações não confirmadas garantem que o retrato está actualmente sob a protecção da Polícia, que o vigia em permanência. O original, para irritação de muitos, continua à solta.
No meio da barafunda, grupos moderados apelam ao sentido de responsabilidade dos media na divulgação das posições do MNE, bem como ao uso comedido e consciencioso das mesmas. Quanto aos sectores mais extremistas da população, que advogam a extinção sumária do prof. Freitas, esses não demoraram a explorar o caso: ao que consta, lançaram um concurso para eleger os melhores insultos ao homem, embora, previsivelmente, nenhum terá metade da força injuriosa de que o próprio é capaz.
Mas também há quem defenda o pleno direito do prof. Freitas a elaborar os disparates que entender, por excessivos que sejam, e o pleno direito da Imprensa em publicá-los. Este lado da barricada, que até o eng. Sócrates, não sem imensa relutância, acabou por integrar, opõe-se a qualquer forma de censura do pensamento, ou, de acordo com as circunstâncias, da ausência do pensamento. Isto é, o exercício da estupidez não pode ceder ao medo das respectivas consequências. É uma perspectiva plausível, porém arriscada: conforme lembrou um sábio, cujo nome me escapa, a liberdade sem limites não é liberdade, mas licenciosidade.
É por isso que, neste momento grave da nossa civilização, urge decidir se queremos uma sociedade livre e licenciosa ou uma sociedade livre do prof. Freitas e das suas asneiras. Temos uns meses para debater o assunto. Os meses que faltam para o Governo enxotar discretamente o MNE.
Alberto Gonçalves
CM - 22-03-2006
MNE - De Maria Rui e Maria Monteiro
Cunhas a Freitas
A ex-assessora de Imprensa de José Sócrates, Maria Rui, e a filha do ex-ministro dos Negócios Estrangeiros António Monteiro, Maria Monteiro, pediram pessoalmente a Freitas do Amaral para serem colocadas no estrangeiro. A revelação foi feita ontem pelo próprio ministro dos Negócios Estrangeiros no Parlamento, onde anunciou o fecho de embaixadas e consulados.
“Ambas [Maria Rui (grave é José Sócrates voltar a abrir uma inexplicável excepção, depois de já ter colocado a sua ex-assessora, Maria Rui, em Bruxelas, com um salário mensal na ordem dos 10 000 euros. Ou seja, os amigos do primeiro-ministro e dos seus pares estão imunes ao congelamento que o Governo anunciou como medida-chave para reduzir a despesa pública, comentava Rui Hortelão no CM de 6 de Dezembro) e Maria Monteiro (Com 28 anos de idade, a assessora de Freitas do Amaral vai ganhar um salário mensal da ordem dos nove mil euros, um valor muito superior aos 1200 euros auferidos, segundo o CM de 6 de Dezembro)] vieram ter comigo, a primeira porque já esteve no estrangeiro, a segunda porque queria ir para o estrangeiro, apresentaram os seus créditos e perguntaram se havia vagas”, afirmou Freitas. O ministro assegurou que a nomeação de Maria Rui para conselheira de Imprensa na REPER e de Maria Monteiro para adida de Imprensa em Londres foram feitas antes de saber que seria necessário demitir funcionários.
O ex-assesssor de Jorge Sampaio, João Gabriel, tentou, segundo Freitas, ser incluído na lista de conselheiros e adidos, mas “as verbas não foram tão avultadas como o esperado e teve de ser retirado”. Sobre a dispensa dos 48 conselheiros e adidos, disse que foi a forma “mais fácil” de reduzir a despesa. Atento às suas necessidades, vai atribuir um subsídio ao filho da conselheira de Haia, Isabel Martins, para terminar o ano escolar.
Ana Patrícia Dias

Com "amigos" destes... os emigrantes estavam "seguros"?

CM - 31-03-2006
Emigrantes
Freitas no Canadá
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Freitas do Amaral, reconheceu ontem o direito do Canadá de expulsar emigrantes portugueses em situação ilegal, afirmando em entrevista à SIC Notícias que “não se pode levar a mal”.

CM - 25-02-2006
MNE: Freitas deverá promover este ano 405 profissionais
Promoções vão custar mais 1,5 milhões por ano
O ministro dos Negócios Estrangeiros deverá vai abrir este ano cinco concursos para a promoção de 46 vice-cônsules, 46 chanceleres e 313 técnicos e administrativos do quadro externo.
Estas 405 promoções irão custar ao Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), segundo avançou ao CM o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Consulares e das Missões Diplomáticas, Jorge Veludo, 1,5 milhões de euros por ano. Isto depois de Freitas do Amaral ter anunciado a poupança de sete milhões de euros com a demissão de 39 conselheiros.
Ana Patrícia Dias

CM - 16-04-2006
Diplomacia - dar subsídios é mais barato que ter embaixadas
Cônsules honorários levam 2,5 milhões
O ministro dos Negócios Estrangeiros atribuiu, em 2005, um subsídio de 2,58 milhões de euros a 61 cônsules honorários dispersos pela Europa, África, América do Norte e Latina e Oceânia. A esses homens de negócios que representam e servem de ponte entre Portugal e o seu país de origem em assuntos económicos, Freitas do Amaral concedeu uma verba que é 41 por cento superior ao total de 1,83 milhões de euros atribuídos pelos seus antecessores, Martins da Cruz, Teresa Patrício Gouveia e António Monteiro, nos três anos anteriores.
António Sérgio Azenha
CM - 22-04-2006
Suíça - Funcionários consulares acreditados como auxiliares de serviço
Chanceleres na limpeza
Os chanceleres nos consulados portugueses de Zurique e Sion, na Suíça, estão acreditados junto das autoridades daquele país como empregados de limpeza. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores Consulares e das Missões Diplomáticas (STCDE), o ministro dos Negócios Estrangeiros, Freitas do Amaral, e o embaixador de Portugal na Suíça, Eurico Henriques Paes, têm conhecimento da situação, mas até agora ainda “nada foi feito para resolver uma questão que se arrasta há vários anos e coloca em causa o trabalho do próprio consulado.”
José Luís Loureiro é chanceler em Zurique há 11 anos e desde então, segundo confirmou ao CM, é acreditado junto do departamento federal dos Negócios Estrangeiros suíço como “pessoal auxiliar de serviço”, categoria que corresponde aos empregados de limpeza.
O mesmo acontece com a chanceler de Sion, Rosa Paiva, que ocupa este cargo há cerca de 12 anos.
O presidente do sindicato, Jorge Veludo, revelou ao CM que a situação impede os chanceleres de cumprirem certos serviços e deveres, entre os quais “visitar um português detido.”
A isto, o chanceler de Zurique acrescentou o embaraço que a situação traz a Portugal: “Está em causa a dignidade do próprio consulado, de Portugal e de quem representa o País.”
O CM procurou obter uma resposta por parte do Ministério dos Negócios Estrangeiros, mas apesar das tentativas, até ao fecho desta edição não foi possível.
CM - 01-05-2006
Balanço: Ministro do Estado e dos Negócios Estrangeiros garante:
Não me considero morto
O ministro dos Negócios Estrangeiros manifestou-se ontem “satisfeito” com “alguns êxitos” que obteve num ano de Governo e mobilizado para continuar no Executivo liderado por José Sócrates, que considerou “muito determinado e muito corajoso”.
CM - 10-05-2006
Polémica: Ministro cumprimenta homólogo palestiniano
Direita quer Freitas a explicar saudação
Um aperto de mão entre Freitas do Amaral e o ministro dos Negócios Estrangeiros palestiniano, Mahmoud al-Zahar, durante a sua visita oficial aos Emirados Árabes Unidos marcou o regresso da polémica ao Palácio das Necessidades.
No passado domingo, o ministro palestiniano revelou ter tido um encontro com um ministro dos Negócios Estrangeiros da UE. Sem revelar o seu nome, Mahmoud al-Zahar considerou este encontro como um sinal de que o boicote político da UE ao seu Governo se está a quebrar. Ontem, fontes do Governo palestiniano voltaram a confirmar à agência EFE que foi Freitas do Amaral o ministro que se reuniu com o chefe da diplomacia da Palestina.
Convém não esquecerem mais esta...
CM - 02-07-2006
POLÉMICA AMERICANA
A embaixada dos EUA em Portugal garante não haver conflitos com o Governo português. Ontem, o CM noticiou que a gota de água para a demissão do ministro Freitas do Amaral foi uma discussão que teve com o embaixador Alfred Hoffman. Segundo fonte governamental, Freitas entrou em conflito com o diplomata dos EUA chegando ao ponto de lhe dizer que o “melhor” era “negociar directamente com o primeiro-ministro” porque o seu “tempo no Governo estava a acabar”. Em resposta à demissão de Freitas, o porta-voz da embaixada em Lisboa disse ao CM: “Não temos qualquer tipo de envolvimento no gabinete do sr. primeiro-ministro, portanto, não temos nada a comentar.”

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A terminar, aqui vai a melhor... Depois da prometida poupança!

CM - 02-07-2006
MNE: Mais 47 funcionários para representar Portugal
Freitas reforçou equipa em Bruxelas
Freitas do Amaral, antes de se demitir do cargo de ministro dos Negócios Estrangeiros, ‘descongelou’ a afectação de 47 funcionários para a Representação Permanente de Portugal junto da União Europeia (REPER).

Agora, tirem as vossas próprias conclusões!



Publicado por rui.freitas às 01:44
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