Terça-feira, 13 de Fevereiro de 2007
Com "amigos" destes...

Com razão diz o Povo, que "mais vale um bom inimigo do que um mau amigo"... Assim é!
Diz-se, também, que "a memória do Povo é curta"... Acho que só é "curta" quando convém a alguém!
Finalmente, os chineses, na sua sabedoria, dizem que "uma imagem vale mais do que mil palavras". E não podendo estar mais de acordo, usarei e abusarei hoje de imagens, como forma de defender-me - com Verdade - contra insinuações subliminarmente escritas por alguém que eu considerava Amigo, a quem nunca ataquei, ofendi, boicotei, desconsiderei, desvalorizei... Bem antes pelo contrário.
E faço-o, na medida em que esta não é a primeira, segunda, terceira ou quarta vez que, sem que o meu nome seja proferido, constato que os seus escritos no Jornal "A Voz de Paço de Arcos" menosprezam sempre o trabalho (bem ou menos bem desempenhado, admito) que desenvolvi, enquanto Presidente da Junta de Freguesia de Paço de Arcos, desde 1999 até 2005, com a agravante dessas críticas conhecerem um despropositado crescendo desde a última campanha eleitoral.
Democracia - para mim - é aceitar naturalmente que cada qual tenha a sua opção e a assuma!
O direito à critica, é intocável... Mas sempre e só quando é baseada na Verdade. Na Verdade que hoje entendi repor, porque, como diz outro ditado: "quem não se sente, não é filho de boa gente". O que não é o meu caso!
A inverdade na crítica, já não é aceitável; muito menos ainda, quando parte de alguém que, durante anos, considerámos "nosso amigo"!

Refiro-me ao que escreveu José Santos na sua crónica "Cultura... E não só!", publicada na edição de Fevereiro/Março de 2007 do atrás citado Jornal, na sua qualidade de habitual colaborador e membro do "Grupo de Amigos de Paço de Arcos".

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Escreve Zé Santos, que "no ano de 2006, a novidade na feira (penso que se refere às Festas em honra do Senhor Jesus dos Navegantes?), foram as tendas brancas de plástico. Acabou-se com uma certa anarquia de stands abarracados, uniformizou-se, mas, em contrapartida, apertámos (?) a rua principal que já se mostrava pequena".
Estando perfeitamente de acordo com a parte final do comentário (em 2004 e 2005, a entrada estava desafogada), não posso deixar de lembrar ao Zé Santos (parece ter andado "distraído" dois/três anos), que a aquisição das tais tendas brancas, foi iniciativa da Comissão de Festas e da Junta de Freguesia a que eu presidia, no ano de 2004, como provo com as fotos abaixo (clicar, para as ampliar).

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Festas 2004

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Festas 2005

Não contente com tal inexactidão, José Santos escreve que "vivemos noutro tempo, vivem neste momento em Paço de Arcos outros povos, outras culturas, e com objectivos muito diferentes".
Começa por ser estranha esta afirmação, vinda de quem tanto se "orgulha" de defender e preservar as tradições da "sua terra". Mas mais: "esquece" - quiçá, propositadamente -, que foi nos anos em que, com excelentes equipas, presidi aos destinos da Junta (principal responsável pelas Festas) que tomámos a decisão de "abrir" as Festas de Paço de Arcos à expressão artístico-cultural de "outros povos e de outras culturas", como sejam a Brasileira, a Espanhola e a Africana, sem descurarmos a continuação natural das Noites de Fado e introduzindo as Noites de Baile, as Noites da Juventude, as Tunas Académicas (que, no dia de actuação, alegraram as ruas do Centro Histórico) e, de um modo geral, a música ligeira para todos os gostos e idades.

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Com público, sempre com muito público... residentes e visitantes aos milhares

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Fazendo coincidir inaugurações de importantes estruturas para a Freguesia

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Homenageando quem devia e merecia ser homenageado

Grande confusão fazes, Zé, quando, logo em seguida, criticas a falta de "uma visão histórica e cultural da festa". Falando apenas pelo meu mandato, pergunto: em que ficamos? Na abertura a outras culturas e povos (como fizemos) ou na (por vezes) redutora visão histórica?
Decide-te! É que, "recorrer ao produto da casa" tem duas razões: a primeira, é precisamente permitir que os artistas locais possam mostrar os seus méritos, serem conhecidos, dignificando a Freguesia; a segunda, é que em "tempo de vacas magras", há que saber gerir os poucos recursos financeiros existentes, exactamente o contrário do que acusas ser uma gestão "só com uma visão do deve e haver"...

Caro Zé Santos, vindas de ti, estas críticas são ainda mais incompreensíveis, já que tu muitas vezes "deste o corpo ao manifesto".
Assim, resta-me perguntar-te: o que pretendes com esta e outras crónicas idênticas?

Zé, Zé: quando se critica, é preciso saber do que falamos e, sobretudo, ser rigoroso!



Publicado por rui.freitas às 01:02
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